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Góis já intervencionou 291 quilómetros da rede viária florestal

04 de maio de 2026 às 19 h40
Concelho foi fortemente afetado pelas cheias | Fotografia: CMG

A Câmara de Góis, no interior do distrito de Coimbra, já desobstruiu 291 quilómetros de estradas florestais no concelho, dos 717 quilómetros afetados pela tempestade Kristin, ocorrida na madrugada de 28 de janeiro.

Em comunicado, a autarquia adiantou que, no final de abril, estavam intervencionados 41% dos caminhos e estradas florestais.

Segundo a nota, os dados foram revelados numa reunião da Comissão Municipal de Gestão Integrada de Fogos Rurais (CMGIFR) de Góis, na qual foi divulgado que a Área Integrada de Gestão da Paisagem (AIGP) 2.0 de Góis identificou quase 370 hectares de povoamentos florestais severamente danificados, distribuídos pelas quatro freguesias do concelho.

 

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Relativamente aos trabalhos de prevenção florestal em 2025, o município salientou que “ultrapassou largamente as metas definidas, atingindo 141% de execução global”.

“Entre os resultados mais expressivos destacam-se a intervenção na Rede Primária, que atingiu 292% do previsto, e os trabalhos realizados pela E-Redes, que superaram os 200%”, salientou o comunicado.

De acordo com a autarquia de Góis, a execução dos trabalhos preventivos deste ano encontram-se ainda numa fase inicial, tendo já sido realizadas intervenções em reservatórios estratégicos de água para combate a incêndios e ações de beneficiação da rede viária.

O comunicado adiantou ainda que na reunião da CMGIFR foi aprovada o “Caderno III – Plano Operacional Municipal de Góis 2026”, documento que organiza o dispositivo de defesa da floresta contra incêndios, inventaria meios e recursos, define setores territoriais de vigilância, deteção e combate, e estabelece procedimentos operacionais para o período crítico.

“Este documento estratégico tem como objetivo a operacionalização de todo o dispositivo de gestão integrada de fogos rurais, assumindo-se, também, como um instrumento de relevo no planeamento do combate aos incêndios rurais”, refere ainda a nota.

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