Figueira da Foz: Maioria dos estudantes com alojamento considerado acessível
DB/Foto de Jot'Alves
A maioria dos alunos da primeira licenciatura do Campus da Universidade de Coimbra na Figueira da Foz conseguiu encontrar alojamento com preços considerados acessíveis e próximo da Quinta das Olaias, onde se leciona o curso.
Para esta reportagem, os alunos indicaram Andrea Alvarez, nascida na Venezuela e com residência na Madeira, como porta-voz do grupo. A estudante frisou que “uns conseguiram preços acessíveis e outros um bocadinho mais caros”.
Uma aluna paga 200 euros de renda mensal por um apartamento T2, sem ter de partilhá-lo, e outras paga 250 por um apartamento da mesma tipologia.
Mas também há para quem a renda não seja tão acessível. Uma das estudantes paga 550 euros por um T0, mas com a vantagens de estar “a três minutos da Quinta das Olaias”.
Outra aluna paga 350 euros por um quarto, com tudo incluído, num apartamento com a senhoria a residir lá.
Aqueles são quatros casos que ilustram a reação da cidade ao regresso do ensino superior através de licenciaturas e mestrados.
No computo geral, e tendo em conta os preços do alojamento para estudantes que se praticam no país e que a Figueira da Foz é uma cidade turística, a maioria das rendas pode ser considerada acessível.
Entretanto, ao que foi possível apurar, a Universidade de Coimbra tem planos para uma residência para estudantes do Campus da Figueira da Foz.
O grupo dos nove
Os nove alunos da licenciatura de biologia marinha do Campus da Figueira da Foz que falaram a esta reportagem, num total de 12 (os restantes três não se encontravam na cidade), estão a fazer parte da parte da história, ao frequentarem a primeira licenciatura lecionada pela Universidade de Coimbra, com 700 anos de atividade, na cidade vizinha.
Por outro lado, aquele curso marca o regresso do ensino superior à Figueira da Foz, cidade que já teve largas centenas de estudantes, no polo da Universidade Católica e na extinta Universidade Internacional, ambos entretanto encerrados.
De Setúbal a Braga, sem esquecer a Madeira, há alunos de diversas regiões do país. Até ao dia da reportagem, não havia figueirenses a frequentar a licenciatura do Campus da Universidade de Coimbra, e apenas dois eram oriundos da Comunidade Intermunicipal Região de Coimbra, um de Montemor-o-Velho e outro da Lousã.
A porta-voz do grupo dos nove, Andrea Alvarez, afiançou que todos eles estão a gostar da cidade e do curso.
Pode ler a notícia completa na edição impressa e digital do dia 24/10/2024 do DIÁRIO AS BEIRAS
