Em Coimbra a voz dos jovens faz-se ouvir na política
Alexandre Serra, Maria Paixão, Francisco Rodrigues e Luís Costa | DB/Foto de Ana Catarina Ferreira
No mundo político ouvimos muitos dos seus intervenientes dizer que fazer política é trabalhar para o futuro da sociedade e para os seus jovens. Olhada como o futuro, a juventude é muitas vezes um “trunfo político”. As medidas a favor dos mais novos e discursos a favor das gerações vindouras são frequentes. A porta 65, na habitação, o IRS Jovem ou o reforço do alojamento estudantil foram “pastas” anunciadas e vangloriadas várias vezes pelos políticos nacionais.
A política, no entanto, tarda em dar muitas oportunidades à juventude. Na presente legislatura, há entre os 230 deputados apenas sete que têm menos de 30 anos. Curiosamente, um desses jovens é de Coimbra. Martim Syder fez este ano 30 anos e foi eleito pelo Partido Social Democrata (PSD). Já em Coimbra, depois das eleições autárquicas de outubro, não há nenhum presidente de junta com menos de 30 anos e entre os 11 vereadores na Câmara Municipal de Coimbra, apenas Celso Monteiro, da Iniciativa Liberal, tem menos de 30 anos.
Se a entrada do deputado liberal traz juventude às reuniões camarárias, também as Assembleias Municipais vão ter presença jovem. No mandato anterior, a juventude era assegurada por Martim Syder, do PSD, e ainda por Tiago Bolhão, dos socialistas. Já em 2025, serão quatro os jovens com menos de 30 anos.
O Partido Social Democrata (PSD), o Partido Socialista (PS) e o Bloco de Esquerda (BE) colocaram em lugares elegíveis pessoas com ainda pouco passado político, mas com vontade de projetarem o concelho no futuro e, acima de tudo, representarem as gerações mais novas num mundo em que a reinam os veteranos.
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