Demissões e críticas de antigos dirigentes colocam Distrital do Chega sob pressão
Fotografia: Facebook Paulo Seco
Cinco dos nove membros do Conselho Político da Distrital do Chega em Coimbra já se demitiram. Três antigos dirigentes do partido denunciaram, separadamente, procedimentos pouco claros
As críticas internas e as várias demissões levaram a que dois dos principais órgãos sociais da Distrital do Chega de Coimbra estejam atualmente em gestão. Segundo o deputado da Assembleia da República e líder da Distrital, Paulo Seco, nesta fase, apenas quatro dos nove membros do Conselho Político Distrital se mantêm em funções, tendo os restantes cinco pedido a demissão.
Mais recentemente, também a Mesa da Assembleia Distrital do partido está em gestão após a demissão do presidente Augusto Miranda. Já no Conselho de Jurisdição um dos três membros também já abandonou o cargo.
Estas demissões são o culminar de um rol de críticas internas que a Distrital do partido, liderada por Paulo Seco, tem sofrido nos últimos meses. Ao DIÁRIO AS BEIRAS, três antigos dirigentes e militantes do Chega em Coimbra relataram, separadamente, procedimentos pouco transparentes dentro do partido. O retrato interno aponta para falta de transparência, ameaças de violência física em reuniões internas e ausência de democracia.
Paulo Seco, por seu turno, refuta todas as críticas, defendendo-se com o longo período em que já está em funções em representação do partido.
“Acha que se eu fosse dessa forma que me pintam eu estava na política desde 2019 e me mantinha em funções com a autorização do André Ventura? Acha que o doutor André Ventura queria ter alguém numa estrutura local que vesse a criar problemas?”, questionou ironicamente.
| Pode ler a reportagem na integra na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS


Infelizmente é uma realidade o que foi descrito , direi mesmo para pior , e o que o Sr. Presidente da distrital alega , que se fosse tão mau , o Dr. André Ventura não o teria a seu lado , é que infelizmente o problema é também da gestão que a nacional tem sobre suas distritais, pois na maioria dos casos não tem conhecimento do que se passa nas mesmas , e , no caso da distrital de Coimbra , não é por falta de aviso dos seus militantes , que tantas vezes alertam para os abusos e prepotência do seu presidente da distrital para com seus colaboradores e militantes .
Saíram os que nada fazem! Querem lugares de promoção sem ter que trabalhar!