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Coimbra: Não é preciso ver o metrobus para andar nele

16 de outubro de 2024 às 08 h16
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DB/Foto de Pedro Ramos

O Sistema de Mobilidade de Mondego arrancará previsivelmente no primeiro trimestre de 2025, mas todo o serviço parece estar pronto para receber passageiros com deficiências visuais.

Ontem, no Dia Mundial da Bengala Branca, data que sensibiliza para as questões relacionadas com as acessibilidades no espaço público, a Associação dos Cegos e Amblíopes de Portugal (ACAPO) de Coimbra convidou a empresa Metro Mondego e a Câmara Municipal de Coimbra para uma sessão em que todas as dúvidas foram dissipadas.

O futuro sistema de mobilidade da região parece ter todas as condições necessárias para passageiros com deficiências visuais o poderem utilizar.

Durante a sessão, foram muitas as dúvidas levantadas e esclarecidas pela vereadora da câmara, Ana Bastos, e pela administradora da Metro Mondego, Teresa Jorge. Entre o veículo, as paragens e seus acessos, todo o sistema tem características que ajudam estes utilizadores.

Portas vão abrir sempre

Uma das grandes dúvidas levantadas pelos utentes da ACAPO tinha que ver com o facto de o veículo ser elétrico e poder não se ouvir a sua chegada. Teresa Jorge clarificou as duas dezenas de futuros passageiros.

“Os veículos são totalmente elétricos e não terão o barulho da combustão como um autocarro, mas terá barulho suficiente para todos o ouvirem a chegar. Também as portas vão abrir sempre em cada paragem e vai ser possível ouvir as portas a abrir”, esclareceu a administradora da Metro Mondego, salientando que todos os veículos têm também o sistema manual para abrir as portas.

Por outro lado, não haverá degraus nem folga entre o veículo e a estação, facilitando o acesso ao metro.

Apesar de não haver barreiras entre a estação e o veículo, o Sistema de Mobilidade do Mondego instalou, em cada uma das estações, um local de espera, com um piso diferente, para os pacientes com deficiências visuais saberem onde esperar na paragem.

Pode ler a notícia completa na edição impressa e digital do dia 16/10/2024

Autoria de:

António Cerca Martins

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