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Coimbra

Casa da Cidadania da Língua criou raízes e pretende ser “projeto duradouro”

04 de outubro de 2024 às 10 h17
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Foto DB - Pedro Ramos

“É uma casa de produção de conhecimento, não de entretenimento”. As palavras são do presidente da Associação Portugal Brasil 200 anos-APBRA, José Manuel Diogo, entidade que, a par do Município de Coimbra, tem a co-curadoria da Casa da Cidadania da Língua, espaço conhecido como Casa do Arco, situado na rua Doutor João Jacinto, em Coimbra.
Depois de ter aberto portas com a nova denominação em outubro do ano passado, a antiga Casa da Escrita, atualmente Casa da Cidadania da Língua, tem pautado a sua ação pela “celebração e promoção da língua portuguesa”, assumiu e José Manuel Diogo, que frisou que o espaço é um local de “experimentação” e que não “tem que se parecer com um centro cultural”.
No relatório dos primeiros seis meses de programação, que tiveram um orçamento de 42.509 euros, a grande aposta esteve “na promoção da cultura e da língua portuguesa junto da comunidade de língua portuguesa”. Nesta primeira programação, o tema principal teve como base os 500 anos do nascimento de Luís Vaz de Camões. “Todos os anos temos uma ideia forte, a deste ano está relacionada com os 500 anos de Camões. No próximo será a descolonização do património físico e intelectual”, revelou.

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Autoria de:

Emanuel Pereira

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