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Coimbra

Alto patrocínio árabe de oito milhões de euros para a UC

04 de outubro de 2025 às 10 h24
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Fotografia: Pedro Filipe Ramos

“A Biblioteca Joanina cresce para se transformar na casa de toda a terra habitada”, afirmou ontem o reitor da Universidade de Coimbra (UC), Amílcar Falcão, depois de apresentar a plataforma da Biblioteca Joanina Digital, que disponibiliza desde ontem algum do acervo online. Projeto teve financiamento árabe de cerca de oito milhões de euros.

Num evento que teve uma receção calorosa ao chefe de Estado de Sharjah (um dos sete emirados que compõem os Emirados Árabes Unidos), o Xeque Sultan bin Muhammad Al-Qasimi, que voltou a Coimbra para “colocar a Biblioteca Joanina ao acesso de todos”.
A UC e a autoridade literária de Sharjah (SBA) celebraram em fevereiro de 2021 uma parceria para a digitalização do acervo. Está planeada uma duração de seis anos para o projeto e vão ser disponibilizados cerca de oito milhões de euros para o seu financiamento.

Este projeto de digitalização conheceu ontem um passo determinante, com o lançamento público da sua primeira secção: a Coleção Digital do Médio Oriente.
Denominada coleção “Sultan bin Mohammed Al Qasimi”, o reitor da UC referiu que “fornece um recurso de pesquisa relacionado com a história da presença dos portugueses no Golfo e na Península Arábica”.

| Pode ler a notícia na íntegra na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS

 

Autoria de:

Afonso Bastos

5 Comentários

  1. Fernando Anastácio diz:

    Quais foram as contrapartidas….
    Brevemente vamos ser governados pelo poder do dinheiro…

  2. Vítor Queirós diz:

    Assim começa o financiamento oriundo de países de médio muçulmanos. O próximo passo será o envio de bolseiros, radicais islâmicos que irão mobilizar estudantes para causas como a palestina. Acaba-se com a palhaçada que se vive em Espanha, Estados Unidos, Brasil e muitos outros onde as universidades são centros de politização esquerdista e de conversão islâmica.

  3. Luísa Maria Chambel Leitão Martin diz:

    A UC a abrir as portas a uma cultura de poligamos que oprimem as mulheres nas suas famílias e nos seus países. Para os homens nada muda mas para as mulheres é um perigo enorme. Só a ingenuidade dos que só vêem dinheiro à frente aceitam dinheiro desta gente sem limites de decência para metade dos seres humanos deste planeta. Vivi pelo menos em 3 países muçulmanos onde o meu marido estava a trabalhar (Oman, Turquia e Egipto) e visitei outros tantos. Estudei em França e Inglaterra onde convivi com homens e mulheres muçulmanos e posso garantir que com esta gente nem sequer se dialoga, são obstinados e acreditam que são os únicos a acreditar no deus verdadeiro não têm qualquer respeito pelos valores cristãos nem pela dignidade humana.

  4. Isabel Moreira diz:

    Islamização em curso… 😡

  5. António Castanheira Fernandes Gouveia diz:

    Parceria excecional, vai sendo tempo de nos deixarmos de “ódios de estimação”, judeus, mouros e outros povos a quem muito devemos do que somos hoje como Povo. Por sinal conheço o emirato de Sarjah, perto do Dubai e Abu Daby, por onde andámos há séculos, povos com quem devíamos ter uma aproximação maior. Também eles andaram por aqui no Al Andaluz com os seus califas e aqui deixaram muito da sua arte, cultura é arquitetura

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