A entrada da cidade junto à estação deve ser requalificada?
A entrada da cidade está muito condicionada
Já no tempo do engenheiro Aguiar de Carvalho se sentia essa necessidade e, se não me engano, logo no primeiro ano do mandato do doutor Pedro Santana Lopes, talvez em meados de 1998, foi contactada a REFER/Infraestruras de Portugal para se encontrar uma solução que recuperasse para o Município parte dos terrenos afectos à estação de comboios. Em vão!
A entrada da cidade está muito condicionada pela linha de caminho de ferro, edifícios adjacentes e pela própria estação e daí que se exija muita imaginação.
Na verdade, a actual entrada na cidade não abona uma terra que é demasiado linda. Depois do pórtico, os terrenos à direita estão praticamente abandonados – o espaço onde se pretendia construir o futuro Parque Urbano – e depois da rotunda os terrenos à esquerda estão feios e sujos e à direita os prédios precisam de uma reabilitação adequada. Ao chegar à última rotunda temos em frente os edifícios da estação de caminho de ferro que não merecem comentários. Aqui podemos ver à esquerda o estado decrepito em que se encontram os edifícios das antigas oficinas da EMEF.
Encontro uma solução simples: que a principal entrada da cidade, para quem vem da autoestrada, se processe pela rotunda que dá saída para o porto, na Salmanha, pois a vista da ilha da Morraceira, rio e mar é deslumbrante. Ao mesmo tempo negociar com a Infraestruturas de Portugal a reabilitação de todo o espaço à direita da estrada M600 para construção multimodal, afecta a comércio, habitação e serviços, renovando-se a estação de caminho de ferro.


