Uma viagem ao passado com o regresso do Livro do “Apocalipse” à origem
“172 anos depois, este documento volta a dormir no seu berço"
“Um dos maiores tesouros do nosso património cultural e espiritual. O manuscrito do Apocalipse está regresso à casa que o viu nascer, o Mosteiro de Lorvão” afirmou o novo diretor-geral da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), Luís Filipe Santos.
Foi inaugurada ontem no Mosteiro do Lorvão, uma exposição única: o Comentário ao Apocalipse, um dos manuscritos medievais mais antigos do mundo, produzido neste monumento.
“172 anos depois, este documento volta a dormir no seu berço já que Alexandre Herculano o depositou na Casa da Memória de Portugal em meados do Século XIX Um documento cujas páginas foram iluminadas com cores vibrantes. É um documento de valor inestimável para a compreensão da história, da arte e da religião em Portugal e na Europa”, descreveu Luís Santos.
O edil da câmara penacovense, Álvaro Coimbra, exaltou o regresso do documento, afirmando que “é um evento à escala nacional e por isso importante para atratividade de visitantes”.
A mostra, organizada pela câmara, em colaboração com o Arquivo Nacional da Torre do Tombo, será complementada por um ciclo de palestras e concertos.

