Opinião: A festa da passagem de ano deve realizar-se?

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A celebração, ou não, da passagem de ano tem sido um dos temas do momento, tanto para as autarquias, como para o Governo,sendo que este ultimo ainda não se pronunciou sobre eventuais medidas excepcionais a adoptar para a noite mais longa do ano. Nas últimas semanas temos assistido a decisões de vários municípios – alguns deles até próximos do nosso – que se anteciparam a qualquer decisão do Governo ou das autoridades sanitárias e desmarcaram as festividades.
Vivemos tempos difíceis, o mundo mudou, e cabe a quem tem a responsabilidade de governar, ajudar a criar condições para que as pessoas voltem à normalidade possível. A atual conjuntura obrigou as pessoas a ganharem novos hábitos e, acima de tudo, obrigou a uma adaptação a todo este mundo novo.
O executivo camarário tomou a decisão – a meu ver acertada – de não cancelar, à falta de melhores razões, a passagem de ano. Na minha opinião, precisamos de nos adaptar a esta nova realidade que, estou certo, perdurará no tempo.
Sabemos das limitações que temos, mas a vida não para e é também neste ponto que o município da Figueira da Foz pode assumir um papel preponderante, como exemplo do regresso à normalidade, baseando-se na máxima “maior liberdade para maior responsabilidade”. Passagem de ano sim, mas em ambiente controlado, onde se possam implementar todas as diretivas de segurança em vigor por parte das autoridades de saúde.

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