Sonoridades urbanas de Papillon e Slow J antecedem atuação enérgica de Badoxa (com vídeos)
Luz, pirotecnia e coreografia cénica completaram a energia de Badoxa em palco | Fotografia. DB-Pedro Filipe Ramos
Hip‑hop, R&B e kizomba. Foi assim a noite de segunda-feira na Praça da Canção, onde se cruzaram as sonoridades urbanas de Papillon e Slow J com os ritmos dançáveis de Badoxa e a tradição académica das Mondeguinas.
O primeiro a subir ao palco principal da Queima das Fitas de Coimbra foi Papillon, um dos nomes da nova geração do rap, num espetáculo marcado pela autenticidade e que contagiou a plateia com temas que misturaram vulnerabilidade e força.
Seguiu-se Slow J, com um concerto onde foram revisitados alguns dos maiores êxitos do rapper e produtor luso-angolano. Entre jogos de luz, projeções visuais e uma produção mais intimista, o espetáculo serviu também para apresentar temas novos, antes de transformar a plateia num imenso coro, quando chegou a hora de cantar “Tata”.
|Mais informação na edição de amanhã do DIÁRIO AS BEIRAS

