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Proteção Civil de Coimbra pede às pessoas para ficarem em casa

27 de janeiro de 2026 às 19 h43
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O comandante do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil (CSREPC) da Região de Coimbra, Carlos Luís Tavares, pediu hoje às pessoas para que fiquem em casa nas próximas horas devido à previsão de ventos fortes e chuva intensa.

“O vento nas próximas horas vai ser muito forte. O vento vai soprar na ordem dos 150km/h mas podem existir rajadas com uma velocidade superior. Temos aviso vermelho por parte do IPMA entre as 03H00 e as 06H00. Vamos ter uma noite muito complicada”, disse hoje o comandante.

Entre as 00H00 e as 03H00 o aviso é laranjada e prevê-se que a entrada da tempestade no continente ocorra junto ao litoral, próximo aos concelhos da Figueira da Foz, Cantanhede e Mira.

O dispositivo da proteção civil de Coimbra estará no Nível 4 (máximo). Este alerta significa que todos os serviços de proteção civil (bombeiros, PSP, GNR, unidade intermunicipal e e-REDES) vão estar em prontidão durante as próximas horas para responder de forma “musculada” a este fenómeno meteorológico. Foi ainda mobilizado de Castelo Branco um grupo de apoio que vai estar estacionado na base de apoio logístico no quartel dos Bombeiros Voluntários de Penela.

A proteção civil alerta para a possível para quedas de árvores, deslizamentos de terra (movimentos de massa), mas sobretudo mas a queda de estruturas como, por exemplo, andaimes de obras e outras. Pedem às pessoas para que não saiam de casa, fechem as janelas e portas, recolham tudo o que estiver nas varandas, prender os objetos que se possam soltar e não estacionar os carros debaixo de árvores.

O Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil (CSREPC) da Região de Coimbra revelou hoje o IPMA vai monitorizar a entrada tempestade e comunicar aos serviços de proteção civil, que posteriormente serão comunicados aos municípios.

Depressão de vento com precipitação

Carlos Luís Tavares garantiu que a Barragem da Agueira está com uma boa capacidade de amortizar estando a 69% e com uma quota de 117 que pode ir até 125. No entanto, o efeito de cheia na região vai continuar, principalmente nas zonas historicamente vulneráveis.

Veja a entrevista completa de comandante do Comando Sub-regional de Emergência e Proteção Civil (CSREPC) da Região de Coimbra, Carlos Luís Tavares

Autoria de:

Daniel Filipe Pereira

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