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Mãe espera quase um ano para poder enterrar filho falecido em Coimbra

29 de novembro de 2024 às 12 h46
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Camaré António Mendonça tinha 23 anos quando perdeu a vida após ser colhido por um comboio na Estação de Coimbra-B. A tragédia aconteceu há quase um ano (a 18 de janeiro de 2024) e, durante todo este tempo, o corpo do jovem guineense esteve no Instituto de Medicina Legal de Coimbra a aguardar a realização do funeral.

A cerimónia vai decorrer amanhã, no cemitério da Conchada, depois da Embaixada de Portugal na Guiné-Bissau ter, finalmente, concedido o visto para a mãe de Camaré poder acompanhar o funeral do filho em Portugal.

O processo foi tratado pela Casa da Guiné Bissau em Coimbra que, desde o dia da tragédia, tem acompanhado a família.

“A mãe só conseguiu o visto há pouco tempo. O “excesso de burocracia, na embaixada fez com que toda esta situação se fosse arrastando”, disse ao DIÁRIO AS BEIRAS, António Embaça, presidente da Casa da Guiné Bissau.

 

Notícia completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS de 15/11/2024

Autoria de:

Patrícia Cruz Almeida

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