Junta de Meruge contesta renaturalização do Rio Cobral
Poluição no curso de água é imputada a fábricas de laticínios | Foto: RTP
A Junta de Freguesia de Meruge critica a proposta de renaturalização do Rio Cobral, cujo projeto está a ser ultimado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Para a autarquia merugense – uma das mais afetadas pela poluição daquele curso de água –, a prioridade deve ser a eliminação das fontes de poluição.
Em nota à imprensa, a junta de freguesia diz que a “transformação do Rio Cobral em esgoto a céu aberto, deve-se, comprovadamente, às impunes descargas poluentes das empresas de laticínios da Catraia de S. Romão/Carragosela”.
A Junta recorda que, após reportagens na imprensa, aprovação de uma moção na Assembleia Municipal e uma petição pública, com milhares de assinaturas, o caso ganhou “exponencial mediatização” e levou à marcação de uma reunião, a 17 de junho, na câmara oliveirense.
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