Foi a função pública que deu corpo à greve geral
Foto DB - Pedro Filipe Ramos
A adesão à greve geral em Coimbra foi expressiva logo a partir das primeiras horas da manhã de ontem, afetando especialmente os setores da educação, saúde (hospitais e centros de saúde da ULS de Coimbra), transportes e justiça, com grande parte das sessões e audiências do tribunal a serem adiadas. Enquanto no setor privado, os efeitos pouco se fizeram sentir, Luísa Silva, coordenadora da União de Sindicatos de Coimbra/CGTP, estimou que a adesão à paralisação rondou os 80% na função pública. Sinalizou os casos dos Serviços Municipalizados dos Transportes Urbanos de Coimbra (SMTUC) – onde a adesão terá atingido 90% – e o recente sistema intermunicipal de transportes SIT, nos 80%.
No metrobus quase não se sentiu a paralisação, embora alguns autocarros dos serviços alternativos da MM não tenham saído.
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