Coimbra: Comemoração do Dia da Juventude uniu gerações
DB/Foto de Ana Catarina Ferreira
A idade pode começar a pesar – sobretudo aos 94 anos –, mas não impede que Maria Mendes Leal continue a sentir-se jovem.
“Ainda sou menina para dançar um tango ou uma valsa. E de saltos altos”, garante a antiga proprietária de uma fábrica de lãs.
Ontem, num dos passeios promovidos pela Santa Casa da Misericórdia, Maria e outros companheiros do lar, passaram a manhã na Praia Fluvial do Rebolim onde a câmara municipal preparou um conjunto de atividades para assinalar o Dia Mundial da Juventude.
“Os tempos não estão fáceis para os jovens, mas naquele que foi o nosso tempo havia medo. Tínhamos receio de falar, os nossos pais andavam sempre atrás de nós e havia pobreza. Hoje há liberdade. Se quiserem ter sucesso, os jovens têm que ser inteligentes e trabalhadores”, aconselha Maria Mendes Leal.
A poucos metros, no areal, dezenas de (mais) jovens praticam algumas das atividades oferecidas pelo município.
“Quisemos mostrar aos miúdos de hoje que a vida também vale a pena se voltarmos um bocadinho às raízes. Por isso é que os trouxemos para esta zona da cidade, longe do barulho, para eles perceberem que há muito mais vida do que aquilo que eles normalmente têm em casa, e que é ligado às televisões, aos telemóveis aos smartphones”, disse aos jornalistas Francisco Veiga, vice-presidente da autarquia.
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