Avaliação de danos no mosteiro de Santa Clara-a-Velha só é possível após descida da cota do rio
Paulo Novais/LUSA
A avaliação dos danos causados pela entrada de água no interior do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, na cidade de Coimbra, só será possível após descida da cota do rio Mondego, informou o instituto público Património Cultural.
“A avaliação definitiva dos danos causados pelas cheias no Mosteiro de Santa Clara-a-Velha apenas poderá ser efetuada após a drenagem completa das águas no Mosteiro e respetivo Claustro, ou seja, quando a cota do rio o permitir”, referiu.
Em resposta a questões colocadas pela agência Lusa, o Património Cultural considerou que a entrada de água no interior do monumento foi “uma consequência inevitável do avolumar das águas do Mondego, que por sua vez resultou da abertura das comportas da Barragem da Aguieira, realizada nos passados dias 31 de janeiro e 1 de fevereiro”.
“A necessária gestão das quotas de armazenamento das barragens e açudes da região face às chuvas intensas causou naturalmente um aumento significativo do caudal do Mondego, com repercussões no edificado das zonas ribeirinhas, como é o caso do Mosteiro de Santa Clara-a-Velha”, indicou.
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