Um Mundial muito para lá das 4 linhas
México e África do Sul dão hoje o pontapé de saída no Mundial 2026 | Fotografia: DR
Um país, os Estados Unidos da América, e duas cidades: México e Toronto (Canadá). Mais do que uma competição desportiva, o Mundial 2026 surge como um fenómeno antropológico, político e social que reflete as dinâmicas do século XXI e, claro está, leva ao limite os sonhos de quem ama o desporto mais popular do planeta.
Mas é a dimensão desportiva que mais mobiliza atenções. E, neste plano, a edição de 2026 inaugura uma mudança estrutural significativa. Pela primeira vez, 48 seleções disputam o título mundial, ampliando a representação de regiões historicamente sub-representadas, como África, Ásia e América Central.
Esta expansão aumenta oportunidades e democratiza o futebol internacional. Mas levanta questões sobre a qualidade competitiva e o desgaste físico dos atletas, num calendário já extremamente exigente.
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