Instituto de investigação avançada da Universidade de Coimbra (ICNAS) faz forte aposta além-fronteiras
ICNAS reuniu ontem os colaboradores e vice-reitores da UC para celebrar 17 anos de existência | Foto: Pedro Filipe Ramos
Um dos institutos de investigação que se encontra no pelotão da frente do desenvolvimento tecnológico da Universidade de Coimbra (UC) assinalou ontem 17 anos de existência com os olhos postos no futuro.
Foi esse o rumo que o diretor do ICNAS – Instituto de Ciências Nucleares Aplicadas à Saúde – apontou como missão desta unidade orgânica de investigação da UC, inaugurada em maio 2009. Trata-se de uma estrutura com “forte ligação à investigação básica e clínica”, em rede com parceiros nacionais e internacionais nas áreas da imagem médica e investigação translacional.
Na realidade, funciona em três vertentes, num modelo de gestão em que coexiste a respetiva unidade de Investigação (CIBIT – Centro de Imagem Biomédica e Investigação Translacional), a unidade orgânica da universidade e uma empresa: trata-se da ICNAS PHARMA, que foi fundada em 2009 e que se assume com o plataforma avançada para produção e desenvolvimento de radiofármacos marcados com emissores de positrões. Atualmente, fornece radiofármacos para a realização de exames PET a nível nacional e internacional. O diretor do ICNAS, Antero Abrunhosa, afirmou ontem, na sessão comemorativa, que a instituição conta, atualmente, com 178 colaboradores, assegurando funcionamento quase 24 sobre 24 horas, designadamente com o ciclotrão.
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