Transporte de doentes não urgentes com problemas
Arquivo-Ana Catarina Ferreira
O novo Sistema de Gestão de Transportes de Doentes Não Urgentes (SGTD) tem gerado “alguns constrangimentos operacionais” a várias corporações de bombeiros. A maioria dos transportes é assegurada pelos bombeiros, mas há também empresas privadas e do setor social.
A denúncia foi feita pelos Bombeiros Voluntários de Cantanhede também e pelos Bombeiros Voluntários de Mira. A primeira corporação frisa que, com a implementação do SGTD, “todos os transportes da responsabilidade da ULS passam a precisar de prescrição médica prévia, emitida antes do ato clínico, seja consulta, exame ou tratamento”, mas que se tem verificado “algumas dificuldades na colocação das credenciais na plataforma”.
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