Região Metropolitana de Coimbra

Uniformizar respostas pode ser a chave na integração de migrantes na RM Coimbra-CIM

05 de novembro de 2026 às 10 h00
Encontro contou com uma mesa redonda e dois painéis de debate | DB-Ana Catarina Ferreira

Auditório da Fundação FEFAL, em Coimbra, acolheu ontem o 5.º Encontro Regional da “AIMA em Rede”. Momento de trabalho e diálogo procurou encontrar formas para integração plena da comunidade migrante

111 Uniformizar respostas, através da criação de um ecossistema que garanta a integração plena dos migrantes, pode tornar as comunidades e territórios mais inclusivos para quem escolhe Portugal para viver.
Com o intuito de fomentar a reflexão e debate sobre os desafios da integração, os programas e iniciativas da AIMA e o papel dos territórios na construção de comunidades mais inclusivas, o auditório da FEFAL – Fundação para os Estudos e Formação nas Autarquias Locais, em Coimbra, acolheu ontem a 5.ª iniciativa dos “Encontros Regionais-AIMA em Rede”.
O momento, promovido pela AIMA (Agência para a Integração, Migrações e Asilo) e pela Região Metropolitana de Coimbra-CIM (RM Coimbra-CIM), foi, assinalou o vice-presidente da RM Coimbra-CIM, Luís Paulo Costa, “uma oportunidade” para discussão de medidas e ações que ajudem na “integração bem sucedida” dos migrantes.
Através de estruturas como os Centros Locais de Apoio à Integração de Migrantes (CLAIM) ou de Gabinetes de Apoio ao Migrante, os vários concelhos da RM Coimbra-CIM, recordou Luís Paulo Costa, têm estruturas próprias para auxiliar os migrantes, contudo defendeu a necessidade a criação de “uma plataforma regional” capaz de “uniformizar respostas e soluções”.

UC tem cerca de 100 nacionalidades
Território, academia e AIMA estiveram representados na sessão de abertura. A Universidade de Coimbra (UC), “com cerca de 100 nacionalidades diferentes”, recordou a vice-reitora, Cristina Albuquerque, tem “20% de estudantes estrangeiros”.
Em “articulação com diversas organizações”, a academia quer contribuir para a “valorização da imigração” através da aposta em “políticas de integração”.
A AIMA, “agência que combina as três competências das migrações”, assinalou a vogal do conselho diretivo, Vera Egreja Barracho, trabalha na área “da integração”, fomentando a “autonomia e a inclusão”.
Garantir “respostas versáteis” é um desígnio para a AIMA que, reiterou a responsável, pretende “criar um verdadeiro ecossistema” capaz de dar as respostas mais adequadas aos migrantes.

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