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Guarda prisional detido na manifestação de extrema-direita do 25 de Abril foi suspenso

29 de abril de 2025 às 20 h14
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Processo disciplinar foi “aberto na sequência de informação transmitida pelo órgão de polícia criminal". Foto: Lusa

O guarda prisional detido na manifestação de extrema-direita no Rossio, no 25 de Abril, tem um processo disciplinar instaurado pelo serviço de inspeção dos serviços prisionais e foi suspenso de funções por 90 dias, adiantou o Ministério da Justiça. De acordo com informações avançadas pela SIC e pelo Expresso, o terceiro detido na manifestação de extrema-direita em Lisboa, no 25 de Abril, – para além do militante neonazi Mário Machado e do ex-juiz e líder do partido Ergue-te, Rui Fonseca e Castro – é João Vaz, um guarda prisional do estabelecimento prisional (EP) da Carregueira, condenado em 2022 a seis meses de prisão por posse de arma proibida no processo Hammerskins.

Na informação hoje prestada à Lusa através do Ministério da Justiça (MJ), a Direção-Geral de Reinserção e Serviços Prisionais (DGRSP) confirmou a detenção de “um guarda prisional do EP da Carregueira”. A DGRSP adiantou também que “já corre processo disciplinar no SAI (Serviço de Auditoria e Inspeção, dirigido por magistrado do MP que funciona junto da DGRSP)”.

O processo disciplinar foi “aberto na sequência de informação transmitida pelo órgão de polícia criminal (OPC)/MP, uma vez que perfilhar uma determinada ideologia, fora do contexto profissional, não constitui só por si matéria suscetível de procedimento disciplinar”.

Autoria de:

Lusa

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