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Dom Pedro Sanchez, o coveiro da Esquerda Europeia

04 de setembro de 2026 às 10 h15

Pedro Sanchez comunicou a toda a União Europeia, que iria legalizar todos os que chegaram a Espanha, documentados ou não. Seria o fartar vilanagem; um desastre!
O que estaria a pensar? Que se iria eternizar como Presidente do Governo Espanhol desprezando a democracia e a liberdade?
Quem pensa ele que é, para decidir sobre a governação e decisão dos outros países da União Europeia? Não saberá ele que, ao legalizar “à la balde” a liberdade circulação de pessoas, poderia trazer graves consequências a toda a União Europeia?

Mas tão grave, ou mesmo mais grave, foi a sua acção e do seu governo, com o desprezo a que votou os seus compatriotas de Ceuta. Uma vergonha!
Também eu, como ibérico, estou envergonhado.

Ao ver as imagens de desespero de famílias que não podem sair de casa com medo dos invasores – aqueles a quem religiosa e culturalmente é permitido casar com meninas de 9 anos – e que já violaram meninas e raparigas nos locais de acolhimento, eu imagino que poderia acontecer em Portugal.
As crianças de Ceuta não podem iniciar os seus estudos, porque o governo espanhol se recusa a “devolver à procedência”, gente de várias origens que não têm os mesmos padrões de cultura, educação e respeito do ocidente. Uma desgraça e uma vergonha!

Toda a Espanha ao rubro contra a política do governo espanhol.
E não apareçam os arautos “do não sei quê” defendendo o indefensável!
Um dia destes, poderemos acordar ao som de um altifalante aos gritos e numa qualquer língua, a convocar-nos para a oração, como se na construção da civilização europeia, não haja liberdade religiosa!
Yo soy Ceutense!

Compreendo os cidadãos da Islândia, que votaram contra a entrada na União Europeia. Um dia, porque há sempre um dia, cumprindo o princípio da construção europeia, cujos fundamentos são a livre de circulação de pessoas, livre circulação de mercadorias, livre circulação de serviços e livre circulação de capitais, seriam também invadidos como o foi Ceuta…e o já foi a Europa!

Cá pelo burgo, soube hoje que os empresários do Douro estão com imensas dificuldades para encontrar pessoas para trabalhar. Ora, como nós gostamos que os portugueses vão melhorar a vida para outras bandas, porque aqui a coisa está difícil, por onde andam os milhares de “deslocados de outros países” que vieram trabalhar para Portugal?

Analiso a política nacional com grande preocupação.
Já agora e a “talhe de foice” pergunto aos inventores do “Instituto Progresso”; o que faz essa figura impoluta do Isaltino de Morais por lá?
Um Ministro que começou com um pequeno problema com a construção “de um lava pés”, depois com pagamentos “pela porta do cavalo”, logo a seguir com a colocação de um “atrelado” em terrenos de um construtor que por acaso trabalhava para a Polícia Judiciária, também para o próprio e que não podia estar sediado na Base do Alfeite, declarações críticas à anterior direcção da Polícia Judiciária de que o próprio fazia parte, culminando com o desastre das declarações na Madeira e que se mantém no governo, dá a André Ventura o palco necessário para “colocar lama na ventoinha”!
O culpado não é André Ventura, o “terrorista da palavra”; é quem se se esforça para lhe dar palco!
A “mulher de César não pode ser só séria… tem de parecer”!
A Polícia Judiciária deverá merecer de todos nós o máximo respeito e consideração.
Agora, a pergunta de um milhão, é: o que fará o Senhor Presidente da República, António José Seguro?

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