Distribuição do orçamento gera tensão entre escolas do IPC
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A distribuição interna do plafond do Orçamento do Estado dominou a última reunião do Conselho Geral do Politécnico de Coimbra (IPC), marcada por críticas dos dirigentes da Escola Superior de Educação (ESEC) e da Escola Superior Agrária (ESAC). As duas escolas contestam os critérios de repartição das verbas aprovados pelo Conselho de Gestão, considerando que os montantes atribuídos não chegam “sequer para assegurar o pagamento dos salários”.
A sessão começou com Cândida Malça, presidente do IPC, a anunciar que o Plano Estratégico 2025-2029 seria o principal ponto em apreciação, salientando que o Plano de Atividades e o orçamento anual deverão refletir os contributos das várias Unidades Orgânicas. Contudo, rapidamente o debate se centrou no tema da distribuição do orçamento pelas escolas.
Rui Antunes, presidente da ESEC, anunciou, logo no início da reunião, que tanto a sua escola como a ESAC irão pedir ao Conselho Geral a reapreciação da decisão tomada pelo Conselho de Gestão.
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