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Coimbra

Dia da FMUC acentua valores de uma escola de referência

15 de dezembro de 2025 às 10 h04
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O professor Robalo Cordeiro toma hoje posse (dia 15) para um 4.º mandato como diretor da FMUC, instituição que assinala amanhã o Dia da Faculdade. Com que motivação assume o cargo pela 4.ª vez?

Um 4º mandato como diretor da FMUC decorre de um profundo sentido de responsabilidade e compromisso com esta instituição que é, há décadas, a minha casa académica e afetiva.

E com a convicção de que a FMUC deve continuar a ser um espaço onde o ensino e a investigação caminhem lado a lado, onde o rigor científico seja acompanhado pela dimensão ética e humanista, e onde o mérito seja reconhecido e incentivado.
Diria, assim, que este deverá ser um mandato de continuidade com renovação, reafirmando o compromisso com uma FMUC global, digital, humanista e sustentável.

A sessão do Dia da FMUC aposta, amanhã, num painel de discussão sobre Saúde Global. De que forma a Faculdade tem vindo a internacionalizar-se?

A autorização ministerial de abertura de um Observatório de Saúde Global na UC, com a liderança da FMUC, confere-nos a responsabilidade de agregar experiência e conhecimento adquirido em diversas estruturas da UC e de outras origens académicas, dentro e fora do país, no sentido de se constituir como um centro de produção e gestão do conhecimento e também como instrumento de apoio à decisão para autoridades políticas, investigadores, profissionais e ainda como informação útil para doentes e para a comunidade em geral.
É nesta perspetiva que no dia da Faculdade de Medicina poderemos assistir a intervenções do coordenador da área de saúde global na Universidade de Ciências Médicas de Teerão, do diretor da Escola de Saúde Pública de Memphis e da coordenadora do Centro de Ecologia Funcional da Universidade de Coimbra.

Atualmente, acumula o seu cargo na FMUC com a coordenação do grupo de trabalho do Plano de Emergência e Transformação da Saúde e com a presidência do Conselho de Escolas Médicas Portuguesas. De que forma concilia estas diferentes funções e que mais–valias retira desta interdisciplinaridade?

Há tarefas e missões que são muito difíceis de rejeitar, sendo uma honra presidir ao Conselho das Escolas Médicas Portuguesas, o que acontece pela primeira vez com a nossa Escola, bem como contribuir para a monitorização transparente da implementação do Plano de Emergência e Transformação da Saúde. Confesso alguma dificuldade na conciliação de esforços, mas também o ganho significativo e útil em visão global dos problemas da saúde e da educação médica no nosso país.

Pode ler a entrevista completa na edição impressa e digital de hoje (15/12/2025) do DIÁRIO AS BEIRAS

Autoria de:

António Rosado

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