Oliveira do Hospital

Junta de Meruge contesta renaturalização do Rio Cobral

06 de agosto de 2026 às 10 h15
Poluição no curso de água é imputada a fábricas de laticínios | Foto: RTP

A Junta de Freguesia de Meruge critica a proposta de renaturalização do Rio Cobral, cujo projeto está a ser ultimado pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA). Para a autarquia merugense – uma das mais afetadas pela poluição daquele curso de água –, a prioridade deve ser a eliminação das fontes de poluição.

Em nota à imprensa, a junta de freguesia diz que a “transformação do Rio Cobral em esgoto a céu aberto, deve-se, comprovadamente, às impunes descargas poluentes das empresas de laticínios da Catraia de S. Romão/Carragosela”.

A Junta recorda que, após reportagens na imprensa, aprovação de uma moção na Assembleia Municipal e uma petição pública, com milhares de assinaturas, o caso ganhou “exponencial mediatização” e levou à marcação de uma reunião, a 17 de junho, na câmara oliveirense.

Mais informação na edição de hoje do DIÁRIO AS BEIRAS

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