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OE2026: Carneiro defende que haveria nova crise se não fosse a “responsabilidade do PS”

27 de novembro de 2025 às 14 h31

O secretário-geral socialista defendeu hoje que o país entraria numa crise política se não fosse a “responsabilidade do PS” na viabilização do Orçamento do Estado para 2026 (OE2026), evocando os 10 anos da ‘geringonça’ liderada então por António Costa.

“Não fosse o sentido de responsabilidade do Partido Socialista e Portugal estaria novamente a mergulhar numa crise política com consequências imprevisíveis” defendeu José Luís Carneiro no encerramento do debate do OE2026, enfatizando que colocou “os interesses das pessoas e do país acima de tudo”.

Segundo o secretário-geral do PS, com a “atitude responsável” do seu partido a viabilizar, pela abstenção, a proposta orçamental, “o Governo não tem desculpas para não cumprir tudo com que se comprometeu com os portugueses”.

“Exigimos, pois, ao Governo que cumpra a sua obrigação: manter as contas certas que herdou do PS e cumprir o PRR que o Governo do PS conseguiu trazer para Portugal”, desafiou.

Considerando que o OE “não tem credibilidade”, Carneiro defendeu que este documento “mostra que o Governo desbaratou os recursos que herdou dos governos do PS e por isso já não tem respostas”.

“Quero aqui, a este respeito, evocar os 10 anos que ontem passaram sobre a posse do primeiro Governo de António Costa e saudar todas as forças políticas que, viabilizando esse Governo, demonstraram que havia uma política alternativa à austeridade da direita”, elogiou, numa referência à geringonça.

 

1 Comentário

  1. Miguel Coimbra diz:

    Concordo na generalidade com o que diz o secretário geral do PS. Não se pediria outra coisa em nome da estabilidade que não fosse a viabilização do orçamento. O que peca é o PS ter forçado algumas medidas. Independentemente de serem medidas a favor das populações são medidas que vão servir de desculpa, mais à frente, para o Governo dizer que há dificuldades por medidas impostas por outros. O PS deveria ter deixado o PSD fazer aprovar o seu orçamento para que depois os portugueses pudessem julgar, estritamente, as medidas do Governo.

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