Diminuição de notas de acesso ao politécnico é “um tiro nos pés”

Armando Veiga, Rui Antunes e Manuel Castelo Branco durante a sessão de abertura do X ENESOL. FOTO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

Armando Veiga, Rui Antunes e Manuel Castelo Branco durante a sessão de abertura do X ENESOL. FOTO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

O presidente do Instituto Politécnico de Coimbra é perentório: diminuir as notas de acesso ao ensino superior é passar uma mensagem de “facilitismo”, que terá “efeitos muito graves e nefastos no prestígio e na imagem pública de todo o ensino politécnico”.

Em causa, está a intenção do Conselho Coordenador dos Institutos Politécnicos (CCISP) querer reduzir o peso da nota dos exames nacionais no ingresso às suas instituições. A proposta foi aprovada, no passado dia 13, em reunião do CCISP e está a ser analisada pelo Ministério da Educação. No entanto, passou com os votos contra dos quatro maiores politécnicos do país – Porto, Lisboa, Coimbra e Leiria – que, juntos, congregam metade do total de alunos.

Ontem, durante a sessão de abertura do 10.º Encontro Nacional de Estudantes de Solicitadoria (X ENESOL), que está a decorrer no ISCAC (ver texto nesta página), Rui Antunes lamentou que “algumas instituições pensem que podem valorizar-se a si, prejudicando os outros”. E isso – frisou – “isso é um mau princípio”.

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