ESEC inova em cursos para crescer e captar “novos públicos”

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Foto DB/Miguel Almeida

Tendo sido reeleito presidente da Escola Superior de Educação, do Politécnico de Coimbra (ESEC-IPC), inicia este mandato com uma responsabilidade acrescida?

Sim, é bom sinal sermos reeleitos, significa que as pessoas que votam estão satisfeitas com o desempenho que tivemos no primeiro mandato. No meu caso, já tinha sido presidente da ESEC antes, portanto são vários mandatos. As pessoas da escola, os professores, já me conhecem, sabem com o que podem contar, quais são os valores que orientam a minha atuação, e acho que isso tudo pesou não só para a reeleição, mas para uma reeleição sem outros candidatos a concorrer, em alternativa.

Que grandes desafios se colocam à ESEC?

Nós identificamos três grandes desafios, a partir dos quais estruturámos o nosso programa, embora quando o fizemos não se perspetivasse a guerra na Ucrânia e os seus efeitos, nomeadamente em termos financeiros.
Um dos desafios é vencer a ameaça demográfica e chegar a novos públicos. Os grandes polos atrativos de alunos são Lisboa e Porto e o ensino superior ainda está muito dependente da população que faz o percurso normal, isto é, sai do secundário e entra no ensino superior. Temos uma margem de crescimento muito grande em novos públicos, que são os jovens que estão nas vias profissionalizantes – e há uma aposta grande, até do Governo, para que estes jovens sigam uma via de ensino superior –, mas também em trazer para o ensino superior população adulta que está no mercado de trabalho e não teve oportunidade de estudar e fazer uma licenciatura, ou estudantes que querem fazer formação contínua.

Versão completa na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS

 

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