IKEA tem mais um ano para apresentar projeto

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O que se passa com a loja do IKEA, prometida para o planalto de Santa Clara? Foi a multinacional sueca que perdeu o interesse? Ou é a câmara municipal que não consegue dialogar com a empresa para criar condições ao empreendimento?

A questão ocupou, ontem, boa parte do período de antes da ordem do dia da reunião pública do executivo municipal de Coimbra. E, de concreto, apenas se ficou a saber que a IKEA tem até fevereiro de 2018 para apresentar à Câmara de Coimbra o projeto para instalação da loja.

Coube ao vereador do PSD Paulo Leitão “abrir as hostilidades”, acusando o atual poder socialista de “falta de proatividade” na captação de investimentos para o concelho.

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35 Comments

  1. Isabel Azeredo says:

    Não sou do PSD mas concordo o sr. vereador Paulo Leitão. Coimbra está a plena agonia!

    • Zé da Gândara says:

      Senhora "Isabel Azeredo", citando Álvaro Cunhal, permito-me dizer-lhe: "Olhe que não, olhe que não!" É que eu há uns tempos teci uns comentários sobre essa mesma realidade a que Coimbra chegou e que sua excelência aqui critica e retrata fielmente e por pouco não fui linchado numa qualquer árvore próxima e a jeito e tenho a certeza que se houvesse calçada Portuguesa (outra das pragas que por cá temos), haveria no mínimo quem arrancasse pedras da calçada para me apedrejar até à morte, isto porque havia quem não concordava comigo e que visse pujança económica onde eu apenas vejo indigência económica…

      Mas se lhe serve de consolo, não acredito que o ilustre freedom fighter venha fazer algo de novo mesmo que ganhe a luta de galos autárquica… Estes bocejos são apenas e só o tiro de partido para essa contenda que será a próxima luta de galos autárquica…

      • Sócio AAC says:

        Ai coitadinho, o copinho de leite da Gândara a tentar fazer passar-se por vitima depois de atacar tudo e todos, principalmente a cidade de Coimbra, as suas instituições e os seus habitantes não queria que os outros respondessem na mesma moeda, tenho mesmo pena dele…

        E já agora para uma cidade em plena agonia estar pelo terceiro ano consecutivo no 5ºlugar do City Brand Ranking é obra…

        • Zé da Gândara says:

          Esse 5º lugar mete-lhe dinheiro no bolso ou comida na mesa? 🙂

          • Sócio AAC says:

            Que raio de pergunta ? É óbvio que se Coimbra está nesta posição não é por obra e graça do Espiríto Santo, é porque está claramente acima da média nacional em vários parâmetros, por exemplo na taxa de emprego.
            Eu sempre morei e trabalhei em Coimbra, em empresas privadas e portanto este 5º lugar mete-me dinheiro no bolso e comida na mesa, obviamente !

        • Zé da Gândara says:

          E já agora… "coitadinho" és tu e os da tua família…

    • Isso da "plena agonia" é a propósito da falta do IKEA? Valha-nos Deus… Eu entendo que a oposição tenha nesta altura de eleições de fazer estas rábulas, é mesmo esse o seu papel. Exageros à parte, até acho que seria bom para Coimbra ter um IKEA. Daí que esta cidade seja uma desgraça por causa disso, é capaz de ser um bocadito exagerado, não?… .

      • Zé da Gândara says:

        A cidade e o distrito são uma desgraça por causa de tudo o que não têm e que deveriam ter (o IKEA nem sequer para aqui é chamado
        )…

  2. Já agora, vejam como está situada em vários parâmetros uma cidade em "plena agonia", como diz alguém que pensa que Coimbra é uma espécie de cidade da Etiópia, porque ainda não tem um IKEA 🙂 É a coisa mais hilariante que já aqui li.
    http://www.meiosepublicidade.pt/wp-content/upload

    • Zé da Gândara says:

      Não é por causa de não ter um IKEA que Coimbra está em muitos parâmetros ao nível de uma qualquer metrópole do Continente Africano de um país vanguardista e pujante como o Burkina Faso ou a Somália 🙂 É sim, por ser uma cidade indigente economicamente falando 🙂 Não é a alugar quartos abarracados (sem declarar as rendas auferidas para evitar a devida tributação – isso de pagar impostos deve ser uma maçada e os palermas que paguem impostos porque o finório senhorio fará questão de fugir com o rabo à seringa fiscal) aos estudantes em cada vez em menor número que se cria uma economia sólida e sustentável…

      • Zé da Gândara, eu respondia à senhora Isabel Azevedo, sobre a suposta agonia que é Coimbra, por causa de uma noticia sobre o IKEA.
        Mas se quer avaliar parâmetros, veja o tal ranking. Ou, como diz a outra, ."isso agora não interessa nada"? Dou-lhe o desconto, porque não faz a mínima ideia do que é uma cidade do Burkina Faso ou da Somália.

        • Zé da Gândara says:

          Faz sua senhoria a mínima ideia do que é uma cidade do Burkina Faso ou da Somália, para ensinar e dar um banho de cultura aqui aos indigentes e ignaros que o senhor vê reflectidos em todos os que não partilham das suas ideias chauvinistas e démodées?

          • ?? 🙂 Quem falou no Burkina Faso e Somália, comparando a Coimbra, foi o Zé da Gândara. Portanto, você é que já deve ter lá ido. Explique lá aos que não fazem esse turismo.

          • Zé da Gândara says:

            Modéstia à parte, por acaso, até tenho viajado qualquer coisa (inclusivamente fora do roteiro do tuga-comum que vai à estranja (Paris de France ou London in the UK) visitar a famelga emigra e por tanto, sem querer arvorar-me em iluminado monopolista de experiências de flash-trips, até conheço qualquer coisa fora do primeiro mundo… E Coimbra, em certos aspectos, até se começa a aproximar-se daquilo que se vê em África… Ainda não há assim tanto tempo que se andava a alcatroar uma ruela em Coimbra onde estava um carro abandonado e como não foi possível remover o carro em tempo útil, a obra ficou, para o referencial do comum-mortal, inacabada (visto que houve uns tantos metros quadrados onde se encontrava o charuto que não foram alcatroados… Ora isso é o que se vê em muitos países Africanos… Ou agora quer dizer-me que não há carros abandonados na via pública em Coimbra?

          • Sócio AAC says:

            Carros abandonados deve ser um exclusivo de Coimbra, ele hà cada um !!

          • Zé da Gândara says:

            Fiquei a saber que o "Zé Estebes das Beiras" convive bem com carros abandonados e que até nem acha tal facto (abandono de carros) uma falta de civismo e uma falta de respeito para com a sociedade… É por termos muitos "Zés Estebes das Beiras" espalhados por este rectângulo e fragmentos de terra insulares adstritos ao rectângulo que este país é a bandalheira que é em tantos aspectos…

  3. Se eu lhe quero dizer que não há carros abandonados em Coimbra? Há aqui e em todo o lado, até a policia os levar, se levar. Veio a Coimbra e só encontrou um numa ruela?… Mas eu estava a falar da sua comparação de Coimbra com as cidades do Burkina Faso e Somália, uma coisa completamente estrambólica. Diz isso porque viu um carro abandonado numa ruela em Coimbra? O amigo só pode estar a gozar.

    • Zé da Gândara says:

      Não é o carro abandonado em si que me choca desta forma (apesar de até achar que abandonar um carro na via pública é algo de pouco urbano, se não é mesmo algo anti-social porque representa uma tentativa de desresponsabilização do proprietário para com a sociedade que deveria ser punida exemplarmente, na medida em que a sociedade não tem culpa das vicissitudes e falta de civismo do proprietário)…. O que me choca foi ter visto que a obra foi começada e ficou inacabada (à boa moda tuga) por causa da falta de civismo do proprietário do carro… O senhor acha isto normal? Ou exemplo de civismo? Ou exemplo de método?

      • Que grande aventura que você teve, Zé da Gândara. Então, entretanto a tal ruela já foi alcatroada,ou não?

        • Zé da Gândara says:

          Não é assunto que me preocupe… Não preciso de Coimbra nem na hora de ir à casa de banho… E como tal, não me preocupo particularmente com o que por lá se passará…

          • Zé da Gândara, você ocupa o seu tempo a falar de Coimbra. Não tem problema, é uma ocupação como qualquer outra, é uma dedicação que você tem, pronto. Você é que falou numa ruela que estava a ser alcatroada e estava lá um carrito, não sei quê, uma história do caraças. Eu só estava a perguntar-lhe se o caso da ruela já foi resolvido.

          • Zé da Gândara says:

            Pelos vistos, você também tem uma nobre ocupação (que eu muito aplaudo) e que consiste em ler os meus comentários e em repisar sobre o conteúdo dos mesmos com invectivas subliminares quanto à ocupação e gestão do meu tempo… Tamanha é a sua polidez…

          • Zé da Gândara, eu nunca disse que sou polido. E quais "invetivas subliminares"? Eu não tenho nada com a maneira como ocupa o seu tempo, apenas acho engraçado que alguém que diz não se preocupar com Coimbra ocupe o seu tempo a falar dela. Não é subliminar, é mesmo isto. Coloquei aqui um comentário há uma semana, e vim ontem, e só dá Zé da Gândara nos comentários. Homem, isto é dedicação extrema 😉

          • Zé da Gândara says:

            Para quem diz que não se preocupa ou que nada tem a haver com a forma como eu ocupo o meu tempo, diria que me parece precisamente o contrário… que tal sua excelência passar doravante a ocupar o seu tempo a polir esses seus modos pouco polidos?

          • Tino de Cá says:

            Caro Zé da Gândara,

            O Sr. Renato apenas está a fazer uso do que se designa por técnica da validação do paciente (validating patient experiences). Está a validar a sua larga experiência como comentarista aqui no Diário As Beiras. Não será o Sr. Renato, psicólogo clínico?! Psiquiatra, não me parece que será, porque salvo raríssimas excepções, nada mais fazem do que entupir os pacientes com psicofármacos. E no seu caso… Com um cérebro tão complexo, a ele correlacionado um pensamento tão intrincado, nem um cocktail massivo lhe serviria como remédio preambular de alivio…
            Mas…
            a) Sr. Renato, a validação é uma técnica que devendo ser utilizada com autenticidade, também o deverá ser com muito tino (critério). E está visto que ela não é de proveito numa personalidade como a do ilustre Sr. Zé da Gândara. Uma cabeça ilustre do burgo, pesembora, complicadinha… 🙂
            b) Sr. Zé da Gândara, das três leis do pensamento, ou três leis lógicas fundamentais: a lei da identidade, da contradição (ou da não-contradição, como é comum chamar-lhe nos dias de hoje) e do terceiro excluído, com a qual lhe parece, digníssimo Sr. Zé da Gândara, estar quase sempre desavindo? Quer parecer que é a lei da contradição… E olhe que já tem prejudicado pessoalmente e de modo severo muito boa gente com isso… Bom, não será talvez um problema de lógica… Será talvez mais dificuldade na dinâmica relacional, interaccional… O designado povoado do "Esquizofrenês" que povoa a cabeça do Sr. Zé da Gândara e que faz desgastar as cabecinhas dos demais…
            Olhe que assim perde credibilidade, Sr. Zé da Gândara… Olhe que perde…
            E é isso uma pena, dado que até diz muitas outras coisinhas acertadas. 🙂

          • Deve ser isso tudo, ó Tino. O Zé da Gândara é um personagem engraçado, uma espécie de figura típica. Coimbra tinha uns cromos, o Tatonas, o Pedro Batiti, etc, que desapareceram já e que davam colorido à cidade. Agora temos o Zé da Gândara, graças a Deus. Diz coisas fantásticas, fala de ruelas e carros abandonados e coisas assim avulsas. Estou a ficar fã.

          • Zé da Gândara says:

            Que sua senhoria parece ser fã do abandono de carros na via pública, já poucas dúvidas me restavam (a indignação e o prurido que a minha condenação a esse acto pouco civilizado lhe causaram fala por si)… Bem vistas as coisas, esse bizarro gosto de sua senhoria deve ser entendido de uma forma mais lata… Quem acha indiferente ou até inócuo abandonar uma viatura na via pública para esta aí apodrecer, também deve achar um sinal de civilização cuspir no chão, atirar papéis e lixo avulso para o chão, atirar dejectos para a via pública através da janela e afins… No convencionado terceiro mundo, há muita gente que vive literalmente no meio do lixo e o lixo parece fazer parte da paisagem… Se calhar era num desses destinos mais aclimatados a essa essência particular que sua senhoria se sentiria bem… Se for o caso, tire bilhete de ida sem volta…

          • Zé da Gândara says:

            Ena.. Ena… Vossemecê pelos vistos, tem frequentado os meandros da Psiquiatria e da Psicologia e está aqui para dar e vender lições dessa realidade, felizmente pouco conhecida da maioria dos cidadãos cá do burgo lusitano (onde eu me incluo naturalmente)…
            Mas olhe que nessas especialidades Médico-Terapêuticas (assim como em qualquer outra especialidade médica ou de qualquer outra ciência) deveremos observar o princípio que diz "A César o que é de César" e deixar para profissionais devidamente habilitados para o efeito tirarem as suas conclusões à luz do conhecimento científico e boas-práticas inerentes… Como tal, parece-me avisado, quando se está doente, procurar por si próprio informação sobre a doença de que se padece para ter a pretensão de ir falar de igual para igual com quem percebe de facto da poda… Sucede que quando assim não é, acaba-se por exemplo, a dar voz à ignorância (veja-se o que é o movimento anti-vacinação fomentado por correntes de pensamento desinformadas e que têm a pretensão de se imporem à ciência e os lamentáveis resultados dessas práticas pouco avisadas que se têm conhecido, infelizmente, nos últimos dias ou mesmo a dificuldade clínica e terapêutica que alguns clínicos referem e reconhecem em fórum e que têm que ver com o acesso facilitado a informação (normalmente desinformação para se ser mais preciso) por parte dos doentes com o advento e massificação da internet onde, ao abrigo da liberdade de expressão, se encontrará de tudo um pouco mas na generalidade pouco ou nada rigoroso… Esse, no meu modo de ver, apesar de não ser médico, será um dos maiores problemas a resolver pela classe médica num futuro não muito longínquo… E pelo que infiro das suas palavras descontextualizadas e um nadinha estratosféricas, revejo em si alguém que procura informação na internet desta forma, daí que, queira desculpar-me a franqueza, me permito considerar como fantasiosos e desprovidos da mais elementar aderência à realidade (para não os rotular de acintosos e insultuosos para com a minha pessoa), ao ponto de me permitir dizer-lhe "A César o que é de César!"…

          • Tino de Cá says:

            Caro Zé da Gândara,

            Como saberá "A César o que é de César." tem múltiplas interpretações. E de todas elas, aquela que me interessará mais será a que alude à separação entre a religião e o estado. Coisa que não existe no burgo conimbricense e suas instituições, no burgo lusitano idem, que é burgo de outros burgos, igualmente idem.
            O Sr. Zé da Gândara considera que profissionais habilitados não devem estar sujeitos a escrutínio? O Sr. Zé da Gândara considera que o Conhecimento é propriedade de eleitos?
            Sucede, Sr. Zé da Gândara, que a minha fonte de conhecimento preferencial continua a ser o papel, o livro, sendo a internet um divertissement menor do tipo riddle mnésico associativo, que embora também cuidadosamente auditado, não me ocupa mais do que o tempo da curta pausa para café pós-almoço. Mas é facto que utilizo a internet como ferramenta de trabalho. Creia que não tenho particular apetência por Julii Caesares.

          • Zé da Gândara says:

            Amigo, fique lá com as suas múltiplas interpretações do "A César o que é de César" e desampare a loja a quem não tem poropriamente pachorra para aturar os seus floreados líricos baratos… Faça da sua vida o que quiser, isso não me interessa e nem virá a interessar… Qual é o seu problema? Não gosta do que lê por aqui, tem uma boa solução que é não ler… É assim tão difícil de entender?

          • Tino de Cá says:

            Caro Zé da Gândara,

            O que lhe procurei transmitir, de modo cordial, é que não estou precisamente interessado no seu, aquele que dirigiu no comentário à minha pessoa, "A César o que é de César". Pois a demissão de um posicionamento crítico face a nichos especializados de conhecimento, é coisa que não defendo e na qual não estou interessado. E pelos vistos, o Sr. Zé da Gândara não estará interessado numa acepção "A César o que é de César", que alude à destrinça entre o que é Conhecimento e Crença, que é também, de certa maneira a pretensão subjacente à distinção entre o que é do foro do Estado e do foro da Religião. Sem com esta distinção de acepções estar a tomar partido ou a simpatizar com quaisquer posicionamentos de natureza metafísica. Aceito a sua posição, mas desamparar a loja, é coisa que não me apetece fazer. Gosto da sua loja, e até daquilo escreve. E sim, faço da minha vida o que me aprouver. O que inclui, "poro-priamente" dirigir-me a si.
            Ainda que o Sr. Zé da Gândara decida responder à laia de investida de verdasca. Amigo.

  4. Tiago Pereira da Silva Silva Pereira says:

    Acerca de políticas ou Câmara fe Coimbra! Eu apoio para Avançar o mais depressa possível.

    Eu digo a vantagem

    1

    Ikea existe lisboa e Porto São ambos longe . Sou s.jorge Freixianda Ourém ( sou perto de Pombal) Eu ao Ikea prefiro ao porto do que Lisboa

    Mas custo da DESLOCAÇÃO de eu conduzir Renault scenic 2005 0-100 km 5 litros na A1 115 KM/h Mas o CUSTO É40 EUROS ( não inclui paragens e almoço no ikea)

    Ikea Coimbra poupe +- 25 euros em DESLOCAÇÃO e sem A1 poupe mais 5 EUROS custo das portagens Pombal- Coimbra.

    Fazem avançar o projecto Ikea em Coimbra.

    O que vai conpensar?

    Possibilidade de visitar 1 vez por mês do que 2 ou 3 vez Por ano por ser longe.

    Se Coimbra não aceitar ?

    Tentem em Leiria o Antigo Retail park. Pouco km da fábrica da Roca .

    Sim retail park antigo precisa mais espaço. Sim podem fazer obras igual so para alagamento do edificio o que poupe é uma parte que só presica de alagar ou fazer o edifício mais alto. logística esta a TORRESTIR AO DO RETAIL PARK LEIRIA.

  5. Chico do Tovim says:

    Lamento informar, mas uma fonte (lá dos superiores do IKEA que conheço) disse que eles estão se a borrifar para o possível IKEA Coimbra. Só lamento.

    • Zé da Gândara says:

      Gente desta (que trata quem interessa no IKEA por tu) é que nós por aqui precisamos 🙂 Pelo menos, ficamos mais cultos por isto de espalhar perfume e charme também educa 🙂

  6. pena, pois nao e pelo empreendimento em si,Porque quem quer ir ao IKEA, vai a outras cidades, mas pelos posto de trabalho que iriam ter, e que concerteza ajudava muitas pessoas, nesta cidade.

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