Jaime Ramos queixa-se de perseguição

FOTO DB/CARLOS JORGE MONTEIRO

Jaime Ramos convocou, ontem, uma conferência de imprensa para denunciar a “perseguição política e pessoal” de que tem sido alvo por parte do atual executivo da câmara, liderado por Manuel Machado.

Na génese da acusação está a fiscalização municipal e a “ameaça de duas coimas” sobre o recente Centro Intergeracional Mondego, da Fundação ADFP.

O presidente da associação assegura que o requerimento a solicitar licença de utilização do jardim de infância da ADFP, aberto desde o passado dia 11, foi entregue às 15H00 do mesmo dia e que, duas horas depois, “apareceram dois fiscais a tirar fotografias”. “Sempre quisemos cumprir a lei e, por isso, dirigimo-nos à autarquia no dia em que abrimos portas.

Só alterámos o interior do armazém, sem intervir na fachada, nos telhados ou em qualquer espaço do exterior”, garantiu, acrescentando que aquelas instalações, antiga fábrica Mogno Móveis, estavam abandonadas há anos.

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One Comment

  1. Tiazoca da Alta says:

    Se se está a sentir perseguido é melhor tratar de marcar consulta de psiquiatria…
    A esquizofrenia paranóide é uma doença terrível, ainda mais se, no caso do delírio persecutório ser bem estruturado.
    E sobretudo num político…
    Pode até dar azo, a Grandes Guerras Mundiais!

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