Sem ajuda, República dos Pyn‑Güyns está à espera de fechar portas
Residente da república de estudantes terão que deixar a casa até ao fim deste ano | Fotografia: DR
Uma das mais históricas repúblicas de Coimbra estará prestes a fechar portas. A falta de dinheiro para adquirir a casa onde está sediada – aliada à falta de ajuda da Universidade de Coimbra e da Câmara Municipal – vai levar ao despejo por parte do proprietário da Real República dos Pyn-Güyns.
Os membros da república terão que deixar a casa até ao final do ano civil, mas as portas vão, muito provavelmente, fechar já em setembro. A alta probabilidade de despejo a meio do ano letivo afasta os atuais moradores e possíveis interessados em viver na casa.
“Vai sair toda gente. No final de dezembro, quando termina o contrato atual, vamos ser obrigados a sair da casa. Há muitos estudantes que não foram viver para a república por toda esta situação. Se nos anos anteriores já sentíamos isto, este ano ainda mais”, disse Duarte Jesus, atual mor da república e presidente da associação que sustenta juridicamente a república.
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