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IPO de Coimbra regista “agravamento de carga assistencial”

04 de fevereiro de 2025 às 21 h02
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Há 11 centros do país de radioncologia em Portugal, mas 55% desta atividade clínica é assegurada pelos IPO de Coimbra, Porto e Lisboa

O Instituto Português de Oncologia (IPO) de Coimbra está na linha da frente – a par dos seus congéneres de Lisboa e Porto – no que diz respeito à atividade clínica de radioncologia, terapia fundamentar no combate ao cancro. Se, por um lado, esta realidade é positiva para os doentes que acorrem às referidas cidades, por outro revela desigualdades geográficas.
É que há  atividade em radioncologia em 11 centros do país, mas só os três referidos foram responsáveis por mais de metade (55%) das primeiras consultas de radioncologia, embora só disponham de 48% do total nacional de radioncologistas.
Aliás, a falta de recursos no Serviço Nacional de Saúde (SNS) – que perdeu capacidade de resposta – e o aumento da pressão assistencial está a aumentar o risco para os doentes oncológicos, segundo um relatório hoje divulgado.

Por outro lado, na comparação dos dados entre 2020 e 2022 (os mias recentes disponíveis), é diagnosticado o agravamento da carga assistencial em primeiras consultas por médico especialista no IPO de Coimbra, tal como no IPO Lisboa e Hospital de Santarém, enquanto há redução em quatro outros centros (IPO Porto, Centro Hospitalar Universitário Lisboa Norte, Centro Hospitalar Barreiro Montijo, e Centro Hospitalar Trás-os-Montes e Alto Douro).

 

Toda a informação na edição impressa e digital do DIÁRIO AS BEIRAS de amanhã, quarta-feira, 5 de fevereiro

Autoria de:

António Rosado

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