Mira

Interdição da praia da Barrinha deixa Artur Fresco descontente

30 de julho de 2026 às 10 h20
Praia Fluvial da Barrinha | Fotografia: Município de Mira

O presidente da Câmara Municipal de Mira, Artur Fresco, disse ontem estar descontente com a situação que levou à interdição da Praia Fluvial da Barrinha, no passado sábado (25 de julho), mas que na terça-feira reabriu à população.

Nesse dia, a praia foi interditada devido à “presença de contaminação microbiológica acima dos valores legalmente permitidos”, após uma análise feita pela Delegação Regional do Centro da Direção Geral de Saúde (DGS). Segundo o autarca, a análise terá sido feita no dia 15 de julho, por volta das 09H00. No entanto, no mesmo dia, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) realizou também um teste, cerca de uma hora depois, no mesmo local, cujo resultado deu “muito abaixo do limite máximo”.

“Pico exagerado
de valores”
Artur Fresco refere que este “pico exagerado de valores” causou “estranheza”. “Podíamos ter aguardado por uma contra-análise e confirmar os resultados obtidos, mas não foi possível”, referiu o presidente. Mais tarde, a contra-análise feita pela DGS permitiu esclarecer que os valores estavam dentro dos parâmetros legalmente estabelecidos.

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