Coimbra: “A democracia não é imortal”

A primavera estudantil floresceu em Coimbra, em 1969. E ontem, numa sessão que decorreu no Departamento de Física da FCTUC, Alberto Martins, presidente da direção geral-Associação Académica de Coimbra (DG-AAC) naquele ano, lembrou aquele dia “imenso” em que foi mandatado para se levantar e pedir a palavra. A ditadura não deixou. Seguiram-se seis meses de manifestações, detenções, boicotes aos exames.
“A crise académica de 1969 foi a mais longa e a mais dura luta de estudantes que mobilizou o país num tempo de ditadura”, afirmou.
Tinham passado oito anos desde o início da Guerra Colonial e a juventude tinha, “na cabeça e no horizonte”, a mobilização para o Ultramar.
“A ditadura tinha começado a perder, de forma determinada, a juventude, que saía do país para fugir à fome e à pobreza”, lembrou.
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