Alunos do ensino superior particular e cooperativo querem apoios em função da condição económica
A Federação Nacional do Ensino Superior Particular e Cooperativo (FNESPC) defende o alargamento e aperfeiçoamento dos mecanismos de ação social e de apoio aos estudantes que representa nas áreas do alojamento, alimentação, transportes e custos associados ao estudo.
“Defendemos um princípio essencial: os apoios devem seguir o estudante e não a instituição”, afirmou o presidente da organização, Rui Morais, aluno do Instituto Superior Miguel Torga, em Coimbra, salientando que “não se trata de financiar indistintamente modelos de ensino diferentes, mas de garantir que a condição socioeconómica de um jovem não determina, à partida, o percurso académico que pode escolher”.
Em comunicado enviado à agência Lusa, o dirigente reeleito para o cargo na sexta-feira frisou que um “estudante deve poder procurar o curso e o projeto educativo que melhor corresponde às suas aspirações, sem que a falta de recursos o obrigue a escolher uma instituição apenas em função da sua natureza jurídica”.
