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Governo admite agravamento de penas relacionadas com incêndios

07 de agosto de 2025 às 15 h28

O Governo admite avançar com agravamento das penas relacionadas com o crime de incêndio florestal, anunciou hoje a ministra da Administração Interna, considerando que deve ser dada prioridade na investigação deste tipo de crime.

Em conferência de imprensa realizada após a reunião do Conselho de Ministros, Maria Lúcia Amaral disse que uma das decisões tomadas hoje pelo Governo pretende “alterar a política criminal, dando maior prioridade a um eventual agravamento do quadro sancionatório dos crimes relacionados com a geração de incêndios”.

“Neste contexto, parece haver largo consenso quanto ao facto de termos vindo a aprender, infelizmente, que o chamado crime de incêndio florestal causa grave dano comunitário e, por isso, deve ter nesta lei de política criminal uma consideração especial, nomeadamente quanto à prioridade que deve ser dada na sua investigação”, acrescentou a ministra da Administração Interna.

O objetivo será que estas orientações, acrescentou ainda Maria Lúcia Amaral, estejam refletidas na lei de política criminal para o biénio 2025-2027.

Na mesma conferência de imprensa, a responsável pela pasta da Administração Interna anunciou que o Governo decidiu, também em Conselho de Ministros, renovar a situação de alerta até ao dia 13 de agosto, devido ao risco de incêndio florestal. “Continuam a vigorar as mesmas proibições existentes quanto a atividades agrícolas e recreativas em meios rurais”, acrescentou.

Entre as medidas em vigor está a proibição de acesso, circulação e permanência no interior dos espaços florestais, de acordo com os planos municipais de defesa da floresta contra incêndios, bem como a realização de queimas e queimadas, ficando igualmente suspensas as autorizações emitidas para esse período.

2 Comentários

  1. Vigilância Local com Recompensa à Inovação
    Medidas Propostas
    • Delegação de competências às Juntas de Freguesia para implementar sistemas de vigilância em áreas de risco, incluindo:
    o Utilização de drones com sensores de movimentos e sensores térmicos para monitorização remota.
    o Patrulhas comunitárias organizadas com voluntários locais.
    o Estímulo à denúncia popular de comportamentos suspeitos ou pré-práticas de crimes ambientais.
    • Criação de um Fundo Nacional de Vigilância Rural, destinado a:
    o Financiar iniciativas locais com base em critérios de inovação, eficácia e abrangência territorial.
    o Apoiar a aquisição de tecnologia e formação de equipas locais.
    • Reconhecimento público e financeiro às freguesias que se destaquem pela eficácia das suas ações:
    o Atribuição de prémios anuais às melhores práticas.
    o Divulgação nacional das iniciativas mais inovadoras, como forma de incentivo e exemplo.
    Objetivos da Iniciativa
    • Redução drástica do número de ignições, através da vigilância ativa e dissuasão.
    • Envolvimento direto das comunidades locais na proteção do território e na prevenção de incêndios.
    • Reforço da justiça ambiental, promovendo a responsabilização de infratores e a valorização das boas práticas.

  2. Vigilância Local com Recompensa à Inovação
    Medidas Propostas
    • Delegação de competências às Juntas de Freguesia para implementar sistemas de vigilância em áreas de risco, incluindo:
    o Utilização de drones com sensores de movimentos e sensores térmicos para monitorização remota.
    o Patrulhas comunitárias organizadas com voluntários locais.
    o Estímulo à denúncia popular de comportamentos suspeitos ou pré-práticas de crimes ambientais.
    • Criação de um Fundo Nacional de Vigilância Rural, destinado a:
    o Financiar iniciativas locais com base em critérios de inovação, eficácia e abrangência territorial.
    o Apoiar a aquisição de tecnologia e formação de equipas locais.
    • Reconhecimento público e financeiro às freguesias que se destaquem pela eficácia das suas ações:
    o Atribuição de prémios anuais às melhores práticas.
    o Divulgação nacional das iniciativas mais inovadoras, como forma de incentivo e exemplo.
    Objetivos da Iniciativa
    • Redução drástica do número de ignições, através da vigilância ativa e dissuasão.
    • Envolvimento direto das comunidades locais na proteção do território e na prevenção de incêndios.
    • Reforço da justiça ambiental, promovendo a responsabilização de infratores e a valorização das boas práticas.

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