Centro histórico de Oliveira do Hospital entra na última fase de requalificação

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A última fase das obras de requalificação do centro histórico de Oliveira do Hospital vai “arrancar em breve”, com um investimento que ultrapassa os 1,2 milhões de euros, revelou hoje a Câmara Municipal daquela cidade.

O auto de consignação para esta quarta e última fase das obras de requalificação do centro histórico de Oliveira do Hospital foi assinado terça-feira, cabendo a sua execução à empresa Manteivias Engenharia e Construção.

A complexidade da empreitada de requalificação do centro histórico de Oliveira do Hospital obrigou à sua divisão e adjudicação em quatro lotes distintos, representando um investimento total que ronda os 3 milhões de euros, que conta com uma comparticipação de 1,7 milhões de euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER).

As obras num dos lotes (lote B) estão concluídas, encontrando-se dois outros lotes (C e D) em fase de conclusão.

De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Oliveira do Hospital, José Francisco Rolo, esta última fase dos trabalhos (lote A) é “uma intervenção arrojada” e de grande complexidade, quer ao nível dos trabalhos de engenharia, quer ao nível da perceção das pessoas com o que se pretende fazer.

“Vai ser o lote mais desafiante de todos pelos impactos que vai ter na circulação e na vida normal das pessoas e, por outro lado, por tudo o que vai alterar na estrutura da praça, mexendo com alguns elementos que as pessoas têm fixados na sua memória”, indicou.

O autarca sublinhou todo o diálogo que a Câmara tem mantido neste processo de dar um novo figurino à zona histórica, com contactos próximos com os diversos agentes desta área da cidade. Também os moradores e comerciantes locais “foram desafiados” a formar uma comissão de acompanhamento.

“Queremos revitalizar esta zona do ponto de vista humano, económico e residencial, assim como queremos mais pessoas a descobrir onde Oliveira do Hospital começou”, sustentou.

A par disto há também “a possibilidade da reabilitação do edificado degradado poder originar uma nova zona residencial, alinhada com as políticas públicas de rendas acessíveis, para fixar novos moradores e profissionais”.

“Quem sabe, no futuro, não pode nascer na zona histórica um projeto emblemático, um ‘hub’ criativo que ligue a capacidade empreendedora que Oliveira do Hospital tem para atrair gente nova a um projeto marcante e polarizador desta zona”, concluiu.

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