Opinião: O ano da esperança?!

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Bem, não sabemos mas desejamo-lo. É muito usual no início de um novo ano fazermos um balanço dos acontecimentos passados e projectarmos acontecimentos futuros, a título de desejos para o novo ano.

Formulamos esses desejos como se conseguíssemos fazer um “reset” total no que está para trás, como se pudéssemos partir da “estaca zero” e sem problemas a transitar, como se não houvesse continuidade, como se os factos se iniciassem simplesmente a 1 de Janeiro. É como se a linha do tempo funcionasse com um tracejado para destacar a folha, tal como nos calendários antigos. A esta forma de saudar o novo ano eu chamo esperança!

Feito este pequeno preâmbulo, não posso deixar de dizer que este ano vai ser diferente de outros. Não sei se melhor… diferente sim, pois será um ano de muitas mudanças. Marca-o as eleições legislativas e as eleições europeias, estas são diferenciadoras de 2019. Teremos novos partidos, partidos partidos, passo o pleonasmo, movimentos de cidadãos; enfim, os sistemas políticos democráticos estão genericamente em apuros…

Depois virão as greves, em ano eleitoral todos tentam fazer valer as suas reivindicações. E lá fora sublinho com curiosidade, o desfecho do Brexit, sobre este ninguém se aventura a adiantar o que irá acontecer; e no Brasil, ainda em modo de “caixa de surpresas”, temendo o tamanho do desastre que Bolsonaro será. E nós, por cá, na Figueira da Foz, ano especial, ano de esperança, ou tudo permanecerá igual?

 

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