Cartaz promete aproximar cidade e Queima das Fitas

FOTO DB/LUÍS CARREGÃ

Está fechado o cartaz das bandas da Queima das Fitas 2017! David Carreira, Virgul, Piruka, Richie Campbell e os conimbricenses Flying Cages estão entre as principais novidades do palco principal que terá nos fins-de-semana as noites de maior afluência.

You Can’t Win, Charlie Brown, Hi-fi, Miguel Azevedo, Quim Barreiros (uma presença habitual), Dj Kwan e Dj Ride fazem parte do núcleo de artistas cuja presença ainda não estava confirmada e, como foi anunciado esta segunda-feira, também subirão ao palco da Queima.

Trazer artistas internacionais e continuar a aposta nos talentos nacionais é a proposta do programa. A Praça da Canção será, como é tradição, o palco da festa estudantil, entre os próximos dias 5 e 12.

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12 Comments

  1. Zé da Gândara says:

    A capacidade de produção de uma empresa sediada em Leça do Balio e de uma outra sediada em Vialonga está por estes dias sobressaturada / completamente esgotada e até já haverão trabalhadores a entrar em Burnout porque essas empresas tiveram de se antecipar à procura fomentada por este evento e produzir para stock (imagine-se o contraditório desta medida à anos 60, tal não é o desequilíbrio spot entre procura e oferta)…
    Por outro lado, em Marrocos, os stocks de umas ervas aromáticas petiscadas nestas alturas em quantidade abundante neste tipo de eventos (quem não gosta de uns pézinhos de porco de coentrada?) estão já em mínimos históricos, pré-ruptura de stocks… E na Malásia, já há organizações ambientalistas a condenar as autoridades locais pela indiferença perante a devastação da flora autóctone para permitir a plantação de borracha para dessa borracha se extrair o látex que, apesar de incómodo de utilizar e de pouco prático, ainda vai sendo utilizado por estes dias (ou nestas noites) de eventos como forma de evitar que os papás das pirralhas as recebam em casa modo Obélix terminado este evento… Apesar de haver movimentos e correntes de opinião amigas do ambiente (tipo o movimento anti-vacinação) que advogam que se deveria preservar a flora autóctone da Malásia e prescindir da utilização do látex nestes rituais de acasalamento, assim como advogam que a substituição do látex por sacas de plástico (mesmo de food grade) também não deverá ser equacionada, devendo o acasalamento decorrer sem qualquer elementos terceiros perturbadores da plena fruição do acasalamento 🙂

    • Sócio AAC says:

      Inveja de quem acasala ? A idade é tramada não é…

      • Zé da Gândara says:

        Fala por si Sr. "Sócio AAC"? 🙂 Se porventura se me dirigia com essa pergunta, apesar de a achar de todo reveladora de manifesta falta de educação (mais não fosse e para o começar por não o conhecer de lado algum) permito-me parafrasear Álvaro Cunhal com o seu célebre "Olhe que não, olhe que não!" 🙂 Nem todos terão o seu problema neste domínio, certo?

        • Não te queimes says:

          A Queima já la vai, pá! Ficamos contentes por nos dizeres que és um homem potente, Gândara. E se não fosses, gostávamos de ti na mesma. E até te dávamos umas dicas à maneira de como dares e teres satisfação no acasalamento mais a tua parceira. Ou parceiras…
          Agora… Acho que tás enganado quanto aos tempos… As "pirralhas" e os "pirralhos" não são todos assim tão desalmados como tu pensas, Gândara. Sem dúvida que sem nada de permeio, sem rastreio e sem acautelamento, pode ser o acasalamento com o/a viúvo/a negro/a, percebes? Mesmo que seja um aranhiço/aranhiça na menopausa, há que ter cuidado…
          Mas com tudinho tirado a limpo, e no papel, sem nada de permeio, látex, etc, pode revelar-se um acasalamento real e com uma sensação, cuidado com ela! Se é que percebes a cena… Agora…, há sempre uns percalços… Há umas células que têm uma resistência brutal, e duram… Duram… Duram… Duram… São as células duracell. E os métodos, nem sempre são os melhores. Se é que me estás a compreender… Nós não queremos que tu sejas um "You Can't Win Charlie Brown"! Queremos que tu seja um "The Winner Takes It All"! E olha que sim, olha que sim!

          • Zé da Gândara says:

            Consegues sintetizar aquilo que pretendias dizer no sentido de o tornar mais inteligível? É que no meio do teu arrazoado verborreico não parece haver um fio condutor que te faça perceptível, sinal de que a escola falhou no teu caso, logo para começar no domínio da dita "Língua Portuguesa"…

          • Não te queimes says:

            Está bem, Gândara.
            Mas primeiro tenho de fazer um esclarecimento sobre as Latrodectus (viúvas negras) e sobre a analogia com o comportamento humano, que admito, não foi lá muito feliz. Em primeiro lugar, as Latrodectus são injustamente apelidadas de aranhas assassinas, pois geralmente o macho da viúva negra já está morto quando ela o canibaliza, havendo assim uma espécie de "cópula suicida" com ganhos para a perpetuação da espécie. Se quiseres saber mais, vai ler sobre o assunto numa publicação científica da área. A analogia foi pobre porque pode, inadvertidamente, fazer passar uma mensagem preconceituosa acerca das DST's. Ainda permanece uma representação muito negativa acerca das DST's que não é benéfica no que toca a, por exemplo, à própria prevenção das DST's. Ou seja, talvez quando as DST's forem consideradas doenças como outras sobre as quais falamos sem preconceito, as pessoas se sintam menos constrangidas a saberem sobre o seu estado de saúde, protegendo assim melhor o/a/os/as parceiro/a/os/as e a si próprios. Uma prova de preocupação/interesse/afecto quando estás na relação intíma com alguém poderá ser simplesmente teres em consideração o bem-estar físico dessa pessoa com quem partilhas a tua intimidade. Mas Gândara, sucede que era preciso uma verdadeira revolução na mentalidade estudantil e nos próprios serviços dos SASUC, para que as coisas melhorassem no Sexo da Queima, se é que me estás a entender… Mas acredita, que o pessoal não é assim todo tão desalmado como estás a julgar. Mas para tirares isso a limpo, só fazendo uma triagem à população estudantil, e com consentimento. Depois, há a questão das cópulas (casuais ou não) com desfecho, de digamos, continuidade da espécie. E disso deves perceber tu bem, porque já és cota e andas há mais tempo neste mundo. 😉
            Como vês, quanto à "Língua Portuguesa" permite-me ser agora eu a parafrasear Álvaro Cunhal com o seu célebre "Olhe que não, olhe que não!"
            Mas foi mesmo baril saber que és potente, Gândara! Apesar de que, mesmo que não fosses, gostávamos de ti exactamente na mesma. E ainda te dávamos umas dicas… Inclusive acerca de Língua Portuguesa!

          • Zé da Gândara says:

            É impressão minha ou sua excelência tem o disco riscado?

          • Não te queimes says:

            Gândara, riscado estarás tu. Esperando, claro, que não venhas a ficar riscado definitivamente do mapa, como certas espécies autóctones.
            Na realidade, foste tu que pediste maior inteligibilidade no que te havia escrito em resposta ao teu amável comentário relativamente à sexualidade estudantil em época de Queima das Fitas. E com cortesia, acedi ao teu pedido. A síntese é que se revelou difícil, porque o assunto é complexo. Além do mais havia a necessidade de alguns esclarecimentos, por virtude de analogia pobre e imprópria.
            Bom, mas de facto nada mais tenho para te dizer, salvo talvez que, se queres intervir mais eficazmente na sexualidade da população estudantil em altura de Queima das Fitas, ao invés de escreveres no Diário As Beiras, poderás propor uma campanha apelando à Abstinência Sexual – que parece ser mais o teu espírito – à proxima comissão organizadora da Queima das Fitas, 2018. A Queima de 2017 já passou, Gândara. Tal como as que as que precederam, e as ilações ou reflexões acerca de comportamentos sexuais e outros, cabe agora a cada um retirar. E agora, se me permites, tenho reflexões acerca de matéria académica para realizar. É que a minha última Queima já foi, e não gosto de ruminar demasiado no passado. Adiante. E para o ano, também já não estarei disponível para nenhuma campanha sensibilizadora de comportamentos de respeito para com o próximo. Isto porque, como não tenho cunha, papás poderosos, por não pactuar com nenhuma capelinha, e por gostar de merecer o que alcanço por mérito próprio, não há lugar para mim na cidade de Coimbra. E é deste modo que vou estudar Latrodectus e outros artrópodes, para o país das tulipas e dos moinhos, em regime de mudança definitiva. Que é onde me dão condições e me pagam um salário razoável por isso.
            E olha… A intimidade entre duas pessoas, sexual ou não, no respeito pela Liberdade do Outro, é das experiências mais belas que um ser humano pode ter. Pode ser que te inspires com este vislumbre para a tua campanha Sexo na Queima 2018.
            Tchau, Gândara.

    • João Bosco says:

      O Sr. tem toda a razão. É só pouca-vergonha. É só jovens em modo Obélix que depois em vez de parirem andam a meter pílulas do dia seguinte para o bucho ou então a fazer IVGs. Sabe o que lhe digo? Era dar-lhes a todas elas uma Bíblia Sagrada para a mão! E a tradução nova do Prof. Frederico Lourenço. E obrigá-las a fazerem leituras diárias até que parissem. Proteger as que levam a gravidez até ao fim, que é para aprenderem a lição e contribuirem com mais filhos para esta nação empobrecida de almas, e às outras que não quisessem parir, pô-las a mexer!
      Deu-se-lhes o acesso ao voto e ao ensino superior para andarem a gastar o seu tempo na fornicação! É como lhe digo, uma pouca vergonha aquilo que se viu este ano por aí. O Sr. tem toda a razão.

      • Punha-o a si e aos seus camaradas de doutrina, dentro de uma Gaiola de Castidade com um milhão de bíblias sagradas lá dentro. E a seguir, deitava fora a chave.

      • Ana Carmo says:

        Discurso de um autêntico sociopata a fazer-se passar por excelso cidadão. Possivelmente, com parelha a condizer, e descendência igualmente deformada. Sugiro uma terapia semelhante à apresentada do filme do Kubrick, Laranja Mecânica, para sociopatas semelhantes a si. Maz em vez da imersão feita com filmes desprovidos de violência e de um humanismo perfeitamente idílico, colocava-o a visionar filmes com sexo explícito, 24 sobre 24 horas, com orgasmos femininos autênticos. A segunda ronda de terapia imersiva, consistindo em festas orgiásticas com orgasmos autênticos para todos, filmados com câmaras de alta definição.
        Viva a Mulher e sua Liberdade Sexual.

  2. Os bravos estudantes de Coimbra espelham o virtuosismo cultural dos docentes e dos investigadores da UC. Nada mais do que futebol, fado e fátima. E festarola. O triunfo da mediocridade.

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