Adega de Cantanhede mostra-se na Alemanha

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A Adega de Cantanhede marcou presença, recentemente, na PROWEIN Düsseldorf, principal feira mundial para negócios internacionais com vinhos e bebidas espirituosas. Para além da instituição de Cantanhede, participaram neste certame cerca de 150 produtores portugueses.

“A presença da Adega de Cantanhede neste certame é imprescindível à sua estratégia de internacionalização”, afirma Maria Miguel Manão, responsável de Marketing e Comunicação da Adega Cooperativa de Cantanhede, através de uma nota enviada à imprensa. Esta participação, acrescenta o mesmo documento, permite “não só estabelecer contactos com potenciais novos parceiros de diferentes regiões do mundo, mas também marcar encontro com os atuais parceiros, mostrar as novidades de portfólio e com eles delinear novas estratégias de promoção dos nossos vinhos nos respetivos mercados”. Uma oportunidade que permite, também, fortalecer as parcerias já existentes.

Versão completa na edição impressa

3 Comments

  1. Zé da Gândara says:

    O Zé Tuga que ainda compra vinho a garrafão, perante esta notícia (será que é verdadeiramente uma notícia? Segundo que critério é uma notícia? Quantas não são as empresas de norte a sul da Tugalândia que participam em feiras e tal não é notícia no pasquim do burgo porque efectivamente o dito facto não tem que ser notícia?) fica a rejubilar e lá vai comprar uma botella de vinho da ACC…
    Só uma dúvida… Falou-se na participação da ACC na PROWEIN como se isso fosse digno de notícia, não fosse Cantanhede a parvónia onde qualquer coisa do mais irrelevante possível merece destaque… Mas nem por isso o DB aferiu no seu trabalho jornalístico se nas proximidades da feira – atendendo a que na Alemanha a actividade de meretrício é encarada como qualquer outra actividade profissional ou empresarial, pagando os devidos impostos – existiriam bordeis haut de gamme em quantidade para acolher os visitantes, quais os serviços e programas disponibilizados pelos aludidos bordeis, nacionalidades das trabalhadoras dos ditos bordeis e preços praticados… Isso seria bem mais interessante de noticiar do que o que veio a público… Com essa informação, o leitor poderia instruir-se e refinar o gosto, dado que na Alemanha, contrariamente ao que se faz por cá, nada se faz por acaso e sem ser muito bem pensado, daí que por lá, a economia funcione mesmo como tal…

  2. eu vivo na Alemanha, e para um Português a sério é sempre bom ouvir algo produtivo do nosso país por terras longínquas, por isso os parabéns a Portugal!!!
    pois maior parte das pessoas portuguesas são boas a criticar em vez de apoiarem ou fazerem algo de produtivo para o bom nome do nosso povo!!!, mas infelizmente ainda existem muitos trogloditas que gostam e passam a vida a criticar os esforços de outros!!!
    parabéns Portugal!!!

    • Zé da Gândara says:

      Ouça lá… Sua senhoria tem ideia de quantas empresas Portuguesas calcorreiam o mundo do Polo Norte ao Polo Sul em Feiras Internacionais? Bom… Para sua informação, ainda são umas centenas valentes de empresas que o fazem… Se, atendendo à lógica editorial do nosso New York Times se publicitasse a participação de cada uma das empresas em cada uma das feiras em que estas participam, creio que teria que existir uma publicação exclusiva para a narrativa da epopeia das feiras das empresas Portuguesas, coisa que logicamente não seria economicamente viável porque tal publicação não venderia um exemplar porque a participação de uma empresa X numa feira Y é um não assunto… Não se trata de criticar por criticar… Trata-se de criticar a falta de gosto, a falta de critério jornalístico e a falta de capacidade para trazer para a opinião pública notícias com substância… Ah… E para que saiba, já fui durante muitos anos o Homem-Feira… Já fiz muitas milhas de avião de leste para oeste e de oeste para leste, daí que me pareça ter algum crédito ao falar da forma como falo…

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