“O meu sonho foi sempre ser bailarina profissional” (com audio)

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CARMENCITA DIAS JA

 

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A que se deve o sucesso do grupo de dança BWS?

Em primeiro lugar, à cumplicidade que existe entre os elementos do grupo. Somos como uma família e estamos todos com o objetivo de sermos felizes e transmitirmos essa felicidade para o público. (Também) pela escolha das coreografias, da indumentária, das músicas… Tudo isto cativa o público.

É dançarina principal, coreógrafa, criadora e responsável pelo grupo. Os BWS são a Carmencita e mais os dançarinos?

Não. O grupo são todos os elementos, desde a mais pequenina até à maior, que sou eu, e também os pais. Sem a ajuda dos pais, nada disto era possível. Eles são um elemento fundamental do grupo, porque contribuem monetariamente para os espetáculos que colocamos no palco.

Quando fazem espetáculos fora da região da Figueira da Foz vai o grupo todo?

Isso depende de quem nos contrata. Temos dois projetos. O BWS é o grupo completo (25 elementos) e o projeto Cátia Maricato (cantora) BWS é a Cátia e as suas bailarinas, com oito elementos.

O sucesso mediático do grupo deve-se às suas fotos publicadas nas redes sociais. Sente-se uma sex symbol?

Não. Mas sou abordada como tal. Ajo naturalmente, embora fique grata e feliz por isso, mas não mudo a minha maneira de pensar.

Pedem-lhe autógrafos?

Constantemente. No final dos espetáculos, pedem-me autógrafos. A mim e à Cátia Maricato.

Quando é que descobriu que queria dedicar-se à dança?

Desde que me sinto como gente. A partir do momento em que senti que a música mexia comigo, a minha mãe colocou-me em todos os sítios possíveis e imagináveis para eu dançar.

Gostava de ter enveredado pela carreira de bailarina?

Sim. O meu sonho foi sempre ser bailarina profissional, mas, na altura, a vida académica falou mais alto.

Quantos espetáculos fazem durante o ano?

O número exato não consigo dizer, mas o grupo tem todos os fins de semana preenchidos.

Já atuaram no Luxemburgo, para a comunidade portuguesa. Gostou?

Senti-me em casa. Foi uma experiência inesquecível. (Entretanto), fomos contactados para atuar em França. Estamos em negociações para nos deslocarmos lá na próxima Páscoa.

Esta entrevista também pode ser ouvida na íntegra na Foz do Mondego Rádio (99.1 FM), à sexta-feira, pelas 21H00.

 

10 Comments

  1. Vai-te embora ó melga…

  2. nsnsnsnsns says:

    esta senhora nao quer e mais do que protagonismo. todas as fotografias publicadas ela aparece em 1º plano. nao acho de todo correcto pois esta vive a custa da mensalidade que os pais das crianças pagam e como obvio eles sim deviam ser colocados em 1º plano. e triste ver esta senhora (que nao o e) a apoderar-se da inucencia de crianças e jovem que influencia para maus caminhos e nao e isso que se pretende numa sociedade correcta. Sou e a sociedade em redor somos da opniao que esta figura deveria colocar os elementos do grupo BWS em primeiro destaque e nao a ela pois sao esses elementos com os pais que fazem o grupo crescer e o sustentao. Acho de todo que estas falcratuas deveriam ser punidas. esta entrevista deveria ser aos elementos do grupo nao a pessoa que o fundou so para ser conhecida por defender ideais que nao realidade nao cumpre e nao realiza.

    • Não Curto says:

      Plenamente de acordo, basta ver como esta figurinha se pavoneia em público, com ar de quem é maior que o Cistiano Ronaldo, com roupas que só devia usar em palco. Sex simbol???? Sex pimba!!!

    • APENAS UM COMENTÁRIO A ESTAS SENHORAS ANÓNIMAS: DOR DE COTOVELO É TERRÍVEL

    • É facil de identificar a pessoa que fez este comentario. É tipico dela. Tem dor de cotovelo da nossa loirinha. Faça melhor, se conseguir

  3. Efectivamente, confirma-se que não sou eu que não suporto esta figurinha…
    Chama-se a isto um exemplo claro do que chegou a nossa sociedade de vaidades!
    Entretanto, vai vivendo à custa dos outros e vem para aqui pavonear-se, enfim…

  4. So uma palavra para esta senhora, HORRIVEL….Devia ter vergonha na cara, pois de tudo que ela faz no seu grupo copia tudo de outros grupos….

    • Filipa Carvalho says:

      Caro Sr.Anónimo, se tem olhos na cara e discernimento suficiente para dar a sua opinião, sugiro que o faça mas com conhecimento de causa, visto que o grupo de dança a que pertenço e do qual tenho o maior orgulho, em nada se compara a muitos que andam por aí.
      Cada um é como cada qual e os grupos fazem o melhor que podem e conseguem.
      Não querendo rebaixar ninguém e muito menos ofender, pois tenho respeito pelo trabalho dos outros, mas temos que admitir que o grupo BWS em NADA e compara com nenhum deles.
      Certamente fala sem saber o que diz, ou então fala com dor de cotovelo, para não dizer outra coisa.
      Visto que nem se identificou, considero que seja daquelas pessoas frustradas e dando uso à sua palavra …. você sim, é HORRÍVEL!
      Para algum esclarecimento, faça-o diretamente comigo visto que não sou cobarde, nem uma reles anónima.
      Eu sim, identifico-me, sem medo de represálias vindas de uma pessoa que tão conheço.
      P.S.: Agora percebo porque é que nunca fui com a sua cara 🙂

      Cumprimentos
      Filipa Carvalho BWS

  5. Vocês falam porque não sabem das coisas. Queria vos ver no nosso lugar, quais falcatruas quais que? Antes de falarem tentem saber das coisas. Se não fosse a Carmencita sabem o que hoje estava aberto naquela terra? NADA, é graças ao nosso esforço e principalmente a ela que hoje ainda podemos ter a nossa associação aberta. Falar é sempre mais fácil. Mas o tempo que fazem estes comentários escusados em anónimo que nem sequer são capazes de dar o nome tentem se meter um bocadito no nosso lugar e fazer algo de útil pela nossa terra.
    Cumprimentos, Tatiana (elemento BWS)

  6. Zé da Gândara says:

    O meu sonho era ser mercenário profissional (como o Carlos, o Chacal) ou então jihadista e fundar um movimento regenerador (educador da populaça tuga à castanhada, única metodologia que permite ao indígena tuga aprender algo, por muito básico que isso seja), qual filial tuga do Estado Islâmico do Iraque e do Levante e enjaular todos os sacanas que ao longo da minha vida meteram estrume na ventoínha para me atingir e que me tentaram trazer para o próprio mini-campeonato da estupidez de que se revestem… E descobri que afinal esta jihad se pode praticar na internet, com apreciáveis resultados, na estrita observância da lei, da moral e dos bons costumes. Sou um jihadista de sucesso e a minha jihad até é proveitosa.

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