Câmara da Figueira da Foz volta a gerir Estádio Municipal

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Depois de anos ao abandono, o Estádio Municipal José Bento Pessoa finalmente vê luz ao fundo do túnel. A Câmara Municipal aprovou por unanimidade na reunião da passada segunda-feira a resolução do contrato de cedência de utilização do espaço, que não há muito tempo acolhia 9.000 adeptos em jogos frente aos grandes do futebol português, com a Naval SAD.

“Revogar é a única saída, fomos até onde podíamos ir”, disse na sessão, o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz (CMFF), João Ataíde, enquanto o vereador do Partido Social Democrata, João Armando, admitiu que aquela área “precisa de intervenção urgente”.

Em declarações ao Diário As Beiras, Tiago Castelo Branco, chefe de Gabinete da CMFF, confirmou que “foi aprovada na reunião a passagem da gestão do estádio para a Câmara Municipal” e que “não temos um projeto em concreto por estarmos em período de eleições”.

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One Comment

  1. Zé da Gândara says:

    Seria bom era que se construísse um novo estádio (como sucedeu em Aveiro e em Leiria) sem qualquer projecto viável que garantisse o retorno do investimento de modo a que um par de anos após a inauguração, se começasse a falar na possibilidade de dinamitar o estádio de forma a diminuir os encargos que a posse do estádio comporta 🙂 Não vivemos nós actualmente numa espécie de economia circular? 🙂 Destrói-se par depois se construir e uma vez finalizada a construção, destrói-se para novamente se construir 🙂 É a economia estúpxxxx! 🙂 Claro está que pelo meio, neste vai-vem, sempre vai havendo quem se vá abotoando bem abotoado 🙂 E o tuga paspalho paga alegremente impostos para promover este espectáculo e até fica todo contente quando ciclicamente, de 4 em 4 anos, por ocasião das ditas eleições autárquicas, o cacique local (em dose dupla, um para os partidos da direita, outro para um outro partido que se diz não ser de direita) lhe entra pela casa dentro para o convidar – quantas vezes quase à força – para figurar no figurino que se candidata à junta de freguesia local (em listas que chegam a ter 80 membros, verdadeiro provincianismo, só possível num país de todo provinciano e atrasado 🙂 )

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