Opinião: Futebol

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Daniel Santos

Ao futebol têm sido dedicadas análises de todos os tipos. Sobre as suas origens aristocratas, a importação do fenómeno por todo mundo, a sua dissecação sociológica, aproveitamento político, origem de riquezas e de misérias, sua função psicológica como motivo de satisfação ou de sublimação de frustrações na procura do hedonismo intrínseco ao ser humano.

No mais fundo do nosso subconsciente pode ser a manifestação que evoluiu dos combates entre gladiadores que ocorriam para gáudio da classe dirigente de Roma e da Grécia antigas.

Ninguém lhe escapa, ou porque é adepto, ou porque, mesmo não o sendo, se sente representado nas grandes vitórias, como foi o caso da conquista do europeu pela seleção nacional.

Dispõe de uma função de formação física, intelectual e sociológica que, se corretamente orientada, reverte a favor da sociedade. Daí que a administração da “coisa pública” não o possa ignorar e deva ser parte do seu interesse exatamente nessa perspetiva.

Vem o assunto a propósito da situação do estádio municipal da Figueira da Foz onde já hoje é impossível, por degradado, a prática da modalidade.

Com consequências na situação atual da equipa de futebol que representa os figueirenses, a Naval. A Câmara não pode alhear-se da situação por muito que reivindique não lhe poderem ser assacadas responsabilidades. Está em causa a auto-estima dos figueirenses e a motivação dos jovens praticantes em formação.

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