Autarquias da Região de Coimbra lamentam mortes no IP3

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ACIDENTE ALMAÇA IP3 LC  (15)

A Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra (CIM-RC) exigiu ontem ao Governo e à empresa pública Infraestruturas de Portugal (IP) uma intervenção com caráter urgente no Itinerário Principal 3 (IP3).

Após a reunião do seu Conselho Intermunicipal, em Penacova, a CIM-RC tomou posição através de um documento intitulado, “CIM Região de Coimbra não quer mais mortes no IP3”, onde os 19 municípios integrantes afirmam que, “não obstante a necessidade de construção de uma nova via entre Coimbra e Viseu, é prioritária e urgente a reparação e beneficiação do atual IP3, de modo a diminuir os elevados índices de sinistralidade e a garantir que esta via estruturante para o país continue a cumprir as suas funções”.

Na nota, a Região de Coimbra recorda que esta estrada tem cerca de 18 mil veículos/dia e uma elevada percentagem de veículos pesados. A intervenção a realizar no IP3, defendem os autarcas, “deve ser inscrita no plano de proximidade da Infraestruturas de Portugal e responder à intensa procura que a via regista, garantindo níveis de qualidade e de segurança aos milhares de utilizadores que viajam diariamente neste itinerário principal”.

Criticando o estado de conservação da via, a comunidade lamenta ainda “a sinalização deficiente e os abatimentos da plataforma, com a consequente redução das faixas de rodagem e aluimento de taludes”.

Toda a informação na edição do DIÁRIO AS BEIRAS de sexta-feira, dia 15 de julho

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