Figueirense que mudou de sexo divide a maçonaria portuguesa

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Uma questão jurídica ou ontológica? Emanuel Alves, 37 anos, deu lugar a Ema Sofia Alves, 37 anos. A mudança de sexo (processo em curso) deste munícipe figueirense não implicou “apenas” a alteração de género: há preconceitos e questões de ordem prática a ultrapassar. Alguns desses obstáculos já foram superados. Outros, porém, apresentam um elevado grau de dificuldade.

Emanuel Alves era massagista da Naval, mas deixou de o ser quando decidiu mudar de sexo. Contudo, Ema Sofia continua a exercer a sua profissão, passando de enfermeiro a enfermeira, no Hospital Distrital da Figueira da Foz. Quando era homem, pertencia ainda à loja maçónica Coerência, que abandonou há cerca de um ano, precisamente na altura em que iniciou o processo de mudança de sexo.

A transformação agitou a maçonaria, segundo a revista “sábado”. Entretanto, o DIÁRIO AS BEIRAS apurou que Ema gostaria de regressar à irmandade, mas os estatutos não permitem. “Não entendo como é que uma organização progressista como o Grande Oriente Lusitano (GOL) é tão conservadora”, observa um dos seus elementos, que pediu anonimato. “Progressiva, não progressista”, corrigem os historiadores Pedro Brandão e António Fidalgo.

4 Comments

  1. Ema Amaro Martins says:

    A EMA ou o EMA sabe muito bem, que a Maçonaria não admite tal situação. Além do mais é uma organização "discreta" e que ao querer regressar está a prejudicar a imagem desta Instituição de fraternidade entre os irmãos. A cêrência é uma Loja masculina. Eu sugiro que a EMA ingresse na Maçomaria Feminina, se quem continuar a praticar os valores maçónicos.
    Isto é exibicionismo puro, e do mais "barato" . A sua Loja não foi sempre assim? Então não chatei, e das duas uma: ou passa a irmão adormecido nesta loja, para se um dia se arrepender poder regressar, ou então ingressa na Loja Feminina que entender, E ela conhece-as.
    Depois há aquela fotografia na igreja de S. João do Campo que é uma afonta aos principios da igreja. Vá lá saber-se por que a fez!
    Deus a ajude a vencer o seu desnorte. Coitada (o)!!!

    • A fotografia não é na igreja de S.João do Campo, mas na igreja de Tavarede.

    • Nicholas Flamel says:

      Detesto textos baratos e sem sentido de algo que desconhece e ainda por cima com um preconceito de baixo expírito.. "Afronta" contra quem??? A Ema nunca se disse Maçona, disseram por ela pessoas lá de dentro que não sabem o que significa a palavra sigilo. Não entendo "o Ema", decerto que não sabe o que é a disforia de género, deveria ler mais e tornar-se mais culto. Exibicionismo por parte de quem??? Foram pessoas do interior da Ordem que falaram do facto e contaram aos jornalistas tudo sobre o que se passava. Aliás, em França o Grande Oriente de França já é uma Oedem mista devido a uma questão semelhante, e não se admite que no Sec. XXI o valor Igualdade e luta contra o preconceito que tanto professa a maçonaria Portuguesa, não siga os mesmos moldes. Quanto à foto na Igreja, vejo que fala como uma pessoa mediocre que não sabe o que é arte nem compreende o texto que acompanha a foto no site do olhares. Desnorte… hihihihi, não, simplesmente encontrou o norte e deixou de ter telhados de vidro como a "Ema Amaro Martins" deve ter. Viva e deixe viver. Coitada de si.

  2. Flamel deve estar a se revolver no túmulo,por esse que usa indevidamente o seu nome como pseudônimo.É um pseudo em tudo ,não só no nome que ostenta e que ofende aquele que o teve.
    Quanto a caricatura que trocou de sexo, será tão medíocre na nova escolha ,como na outra:eterno infeliz.Como escolheram tal caricatura para fazer parte de uma ordem iniciática:maçom,rosacruz,martinismo ou qualquer uma outra que seleciona os seus pare.têm que escolherem melhor

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