Terra é conceito central para nova edição do Festival Musas
Paulo Alves, Emília Martins, Liliana Pimentel e Guida Cândido apresentaram o evento | Fotografia: Ana Catarina Ferreira
Sétima edição do MUSAS – Festival das Artes de Conímbriga decorre, entre 2 e 26 de setembro, em vários espaços de Condeixa-a-Nova. “Terra” está na base do certame e dá o mote para um evento marcado, também, pela renovação visual
A Porta de Sellium, nas Ruínas de Conímbriga, o Peristilo, no Museu Nacional de Conímbriga, o Conímbriga Hotel do Paço, as Ruínas de Conímbriga, a Casa de Repuxos e Vale Norte, o Telluris, também nas Ruínas de Conímbriga, o PO.RO.S – Museu Portugal Romano em Sicó e, pela primeira vez, o Castellum de Alcabideque vão acolher as iniciativas que marcam a sétima edição do Musas-Festival das Artes de Conímbriga.
Entre 2 e 26 de setembro, a iniciativa cultural, que reúne na organização o Município de Condeixa-a-Nova, a Orquestra Clássica do Centro, o Museu Nacional de Conímbriga e o PO.RO.S – Museu Portugal Romano em Sicó, volta “a ser o centro de uma programação cultural que cruza o património com a música, a literatura, as artes visuais e o pensamento”, realçou a autarca de Condeixa-a-Nova, Liliana Pimentel.
Durante a apresentação do festival, que decorreu ontem no Museu Nacional de Conímbriga, Liliana Pimentel revelou que o tema desta edição é “Terra”, tendo explicado que a temática central deste ano “reflete o solo como lugar de memória, espaço de escavação arqueológica, de inspiração literária – remetendo-nos para o escritor Fernando Namora – e matriz de identidade”, destacou.
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