“Queima do Facho” sai da Sé Velha e cumpre-se na Baixa
Nuno Peixinho
Era sempre assim, a cada noite de 24 de abril, na rua do Cabido: quando os ponteiros marcavam o novo dia – o da Revolução –, a voz de Zeca Afonso ecoava no largo da Sé Velha e, ao som de “Grândola, Vila Morena” queimava-se o fascismo e celebrava-se a liberdade.
Este ano, porém, a “Queima do Facho” vai decorrer, pela primeira vez, na Baixa da cidade.
“Como estamos a mudar a nossa sede da rua do Cabido para a rua da Sofia, a festa será na Praça 8 de Maio”, anunciou o Ateneu de Coimbra, que organiza a iniciativa.
Assim, na próxima quinta-feira, o derrube do fascismo será precedido, como sempre, de uma “grande festa” que começa às 21H30 e que contará com a participação do Coro das Mulheres da Fábrica, dos “Politicamente Incorretos?”, do Orfeão (e o grupo de fados) Dr. João Antunes, do grupo de cavaquinhos “Cantares à solta”, do Grupo Coral do Ateneu de Coimbra e da Cooperativa Bonifrates.
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