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Junta de Freguesia de Fajão-Vidual, Pampilhosa da Serra, tem duas localidades abrangidas pelo “Aldeia Segura” | Arquivo Junta de Freguesia de Fajão-Vidual
Criado em 2017, na sequência dos trágicos incêndios desse ano, o programa “Aldeia Segura” está presente em 14 dos 19 concelhos da Região Metropolitana de Coimbra (RM Coimbra-CIM). Pampilhosa da Serra, com 31 lugares abrangidos, é o concelho com mais projetos implementados
Criado em 2017, como medida de resposta aos trágicos incêndios que fustigaram a região Centro do país, primeiro em junho e, depois, em outubro, o programa “Aldeia Segura”, que nasceu em conjunto com o “Pessoas Seguras”, é um “Programa de Proteção de Aglomerados Populacionais e de Proteção Florestal”, destinado, esclarece a Resolução do Conselho de Ministros nº 157-A/2017, de 27 de outubro, a estabelecer “medidas estruturais para proteção de pessoas e bens, e dos edificados na interface urbano-florestal”, através da “implementação e gestão de zonas de proteção aos aglomerados e de infraestruturas estratégicas, identificando pontos críticos e locais de refúgio”.
Na área geográfica da Região Metropolitana de Coimbra-CIM (RM Coimbra-CIM), 14 dos 19 municípios têm ativos projetos no âmbito do “Aldeia Segura”.
Pampilhosa da Serra lidera
Pampilhosa da Serra, com 31 projetos, é, na RM Coimbra-CIM, o concelho com mais localidades abrangidas. Coimbra (29 localidades), Lousã (28 lugares abrangidos) e Góis (28 localidades) surgem logo a seguir, numa listagem que não conta com qualquer “Aldeia Segura” implementada nos concelhos de Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Mira, Montemor-o-Velho e Mortágua.
Nos 14 municípios existem, no total, 163 lugares abrangidos pelo “Aldeia Segura”, programa cuja execução decorre ao abrigo de um protocolo estabelecido entre a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), a Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP) e a Associação Nacional de Freguesias (ANAFRE).
A implementação, no terreno, acontece a nível estratégico, a cargo da Administração Central via ANEPC, através da “elaboração de referenciais transversais a todo o território nacional, complementada com campanhas de sensibilização e sistemas de aviso de âmbito nacional”.
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