Obra do TGV em Coimbra que Lusolav quer alterar tem alocados 146 ME de fundos europeus
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Há 146 milhões de euros de fundos europeus para ampliar a Linha do Norte para receber a alta velocidade em Coimbra, obra que o consórcio Lusolav quer substituir por uma solução alternativa própria, mas rejeitando a perda do financiamento.
Em causa estão os fundos atribuídos a Portugal pela Comissão Europeia para a linha de alta velocidade Lisboa – Porto no âmbito do Mecanismo Interligar a Europa (Connecting Europe Facility, em inglês), anunciados em julho de 2024 pela Infraestruturas de Portugal (IP), dos quais o país tem disponíveis um total de 813 milhões de euros.
Numa comunicação feita à data, disponível no ‘site’ da IP, pode ler-se que os fundos visam cobrir os custos de investimento associados das duas parcerias público-privadas (PPP) já lançadas no âmbito da linha de alta velocidade Porto – Lisboa, no caso os troços Porto-Oiã (PPP1) e Oiã-Soure (PPP2).
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